quarta-feira, 24 de maio de 2017

Soundgarden planejava novo disco antes da morte de Chris Cornell
quarta-feira, maio 24, 2017


O Soundgarden planejava lançar um novo álbum antes do falecimento de Chris Cornell, encontrado morto no último dia 18.

A informação já havia sido revelada, meses atrás, pelo guitarrista Kim Thayil. A última vez que Thayil falou sobre o novo disco foi no dia anterior à morte de Cornell, em entrevista à "Billboard". Ele afirmou, na ocasião, que o Soundgarden vinha trabalhando em sessões entre as turnês e os compromissos solo do vocalista.

As composições estavam em estágio avançadas e algumas delas já estavam com demos e guias gravadas. Faltava uma ocasião, segundo Thayil, para juntar os quatro músicos e trabalhar, de forma mais focada, no disco.

"Algumas músicas já ganharam demos. Acho que Matt fez suas demos por completo, pelo computador. Chris fez algumas. Ele fez letras para ideias que Ben, Matt e eu fizemos. Há algumas coisas documentadas em ensaio. Algumas estão em demos, enquanto outras ainda estão em estágio de desenvolvimento", afirmou, na ocasião.

Não foi revelado o que o Soundgarden fará com essas músicas. Até agora, os músicos sequer se pronunciaram sobre a morte de Chris Cornell.

Veja também:
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Relatório policial descreve últimas horas e morte de Chris Cornell

Irmãos Cavalera proíbem músicas em documentário do Sepultura
quarta-feira, maio 24, 2017


Os irmãos Max e Iggor Cavalera proibiram o uso de suas músicas no novo documentário do Sepultura, intitulado "Sepultura Endurance". A informação foi reportada pelo jornal "Folha de S. Paulo".

Otávio Juliano, que atuou como diretor do documentário, confirmou a restrição em entrevista à "Folha". Ele disse que não foi possível nem mesmo utilizar registros da formação atual do Sepultura tocando as músicas antigas.

Juliano protestou contra a restrição durante a estreia do documentário, em Los Angeles, no último domingo (21). O diretor afirmou que o volume das músicas que não poderiam ser executadas foi abaixado. Depois, foi explicado para a plateia o motivo.

A Lei de Direitos Autorais diz que o uso direto ou indireto de trabalho artístico depende de autorização prévia e expressa do(s) autor(es) da obra em questão. Os irmãos Cavalera são co-autores das músicas, junto de Andreas Kisser e Paulo Xisto, ainda presentes na formação.

Até o momento, os irmãos Cavalera não falaram sobre a restrição. "Sepultura Endurance" estreia, no Brasil, no dia 14 de junho.

- Veja: 10 curiosidades sobre "Machine Messiah", o novo disco do Sepultura

Arnel Pineda, o vocalista contratado pelo Journey graças ao YouTube
quarta-feira, maio 24, 2017

Foto: Marta Giannotti / Reprodução / Facebook
A história dos sonhos de qualquer integrante de uma banda cover aconteceu com Arnel Pineda. O vocalista filipino foi encontrado pelo Journey por meio do YouTube.

O antecessor de Arnel Pineda, Steve Augeri, sofreu com problemas de garganta desde 2003. Além de usar bases pré-gravadas, Augeri precisava passar diversas partes do vocal principal a Deen Castronovo, especialmente os gritos, para que aguentasse fazer os shows por completo.

Em 2006, o ex-membro do Tyketto foi dispensado. Ele precisava tratar as infecções corriqueiras que vinha sofrendo.



Jeff Scott Soto assumiu o posto por quase um ano, como um estepe. Não foi efetivado. O Journey dava a entender que JSS ficaria com a vaga, mas a banda deu uma pausa após anunciar, já em junho de 2007, que ele não seria o vocalista em definitivo.



Ao invés de acionarem seus contatos em busca de um cantor para a vaga, o guitarrista Neal Schon e o tecladista Jonathan Cain decidiram procurar por um frontman via YouTube. Uma atitude ousada, ainda mais há dez anos.

Curiosamente, o YouTube era uma ferramenta nova naquela época. A plataforma de vídeos foi criada em 2005 e, no ano seguinte, foi comprada pelo Google. O site já era bastante utilizado em 2007, mas seu acervo naquele período não se compara ao de hoje.

Dessa forma, quais eram as chances do Journey encontrar um novo vocalista pelo YouTube? E, de quebra, qual a probabilidade de achar algum cantor que já morasse próximo aos músicos, em San Francisco (Estados Unidos) ou estivesse disposto a largar tudo para se juntar à banda?

Ainda que com chances reduzidas, Neal Schon e Jonathan Cain apostaram suas fichas. A dupla encontrou Arnel Pineda, um cantor relativamente conhecido nas Filipinas.

Quem é Arnel Pineda

Nascido na cidade de Manila, no dia 5 de setembro de 1967, Arnel Pineda foi incentivado a cantar por seus pais - em especial sua mãe, que faleceu quando ele tinha apenas 13 anos. Desde jovem, Arnel participou de vários programas de TV e competições musicais nas Filipinas.

Graças a uma competição do tipo, promovida pela Yamaha, a sua banda, Amo, conseguiu repercussão no fim da década de 1980. Arnel continuou a aparecer em programas de TV e chegou a gravar um disco solo, em 1999, pela Warner Bros, que também fez sucesso em âmbito local. Na época, ele chegou a morar em Hong Kong, onde trabalhava como cantor de bandas que faziam shows-baile em bares e casas noturnas.

Um ano antes de ser descoberto pelo Journey, Anrel Pineda havia voltado para as Filipinas para uma superbanda de covers, chamada The Zoo. O projeto tocava quase todos os dias e fazia relativo sucesso na região. Paralelamente, investia-se em músicas autoral, compiladas no disco "Zoology".

A união via YouTube

Alguns vídeos das performances do The Zoo, tocando músicas do Journey, Survivor, Aerosmith, Led Zeppelin, Air Supply, Stryper e Kenny Loggins começaram a aparecer no YouTube. As performances do Journey se destacavam: versões para "Open Arms" e "Faithfully" faziam muito sucesso entre quem acompanhava os shows.



No fim de junho de 2007, os músicos do Journey já estavam desistindo de encontrar um novo vocalista. Neal Schon e Jonathan Cain passavam horas na frente do computador e não conseguiam achar nenhum bom cantor. Por acaso, Schon se deparou com vídeos do The Zoo. Para ser mais específico, com o vídeo abaixo.



Arnel Pineda era o que o Journey precisava. Além de ser um cantor de registro vocal semelhante ao de Steve Perry, Arnel tem personalidade fácil de se lidar, estava disposto a deixar tudo para trás em prol de um momento com a banda que tanto gostava e não era um "talento de YouTube": ele já tinha grande experiência e não era nenhum aventureiro.



Impressionado, Neal Schon entrou em contato com um fã e amigo de Arnel Pineda, Noel Gomez, que havia feito o upload de vários desses vídeos. Schon queria entrar em contato com Pineda. O guitarrista enviou um e-mail, convidando Arnel para uma audição nos Estados Unidos, mas o cantor não acreditou e ignorou a mensagem.

Após ter sido convencido por Noel Gomez a responder, Arnel Pineda entrou em contato. Minutos depois, recebeu a ligação de Neal Schon. Mesmo que tardiamente - não parece, mas ele logo faria 40 anos -, o sonho de se tornar um astro do rock, mundialmente conhecido, se concretizaria.



Semanas depois, Arnel Pineda viajou para os Estados Unidos e precisou cantar uma música do Journey para mostrar o porquê de estar lá. Deu certo: o cantor chegou a San Francisco e conseguiu a vaga. Desde então, Arnel segue no Journey. Com a banda, ele gravou dois discos: "Revelation" (2008) e "Eclipse" (2011).



Essa história é contada, com mais detalhes, no documentário "Don't Stop Believin': Everyman's Journey", lançado em 2012. O filme retrata, com detalhes, a entrada de Arnel Pineda ao Journey.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Deep Purple, Lynyrd Skynyrd e Tesla confirmam 3 shows no Brasil
terça-feira, maio 23, 2017


As bandas Deep Purple, Lynyrd Skynyrd e Tesla confirmaram três shows no Brasil. Os grupos estarão ao país entre os dias 12 e 15 de dezembro.

Especulava-se, anteriormente, que o ZZ Top viria com o Deep Purple e o Lynyrd Skynyrd. Todavia, a terceira banda confirmada foi o Tesla.

A venda de ingressos já tem início a partir desta terça-feira (24), pelo site da Tickets For Fun.

Veja as datas:

- 12/12 – Pedreira Paulo Leminski – Curitiba
- 13/12 – Allianz Parque – São Paulo
- 15/12 – Jeunesse Arena – Rio de Janeiro

Preços

Curitiba

PISTA PREMIUM: R$ 290,00 (meia-entrada) R$ 580,00 (inteira)
PISTA: R$ 145,00 (meia-entrada) R$ 290,00 (inteira)
CAMAROTE: R$ 330,00 (meia-entrada) R$ 660,00 (inteira)

São Paulo

PISTA PREMIUM: R$ 290,00 (meia-entrada) R$ 580,00 (inteira)
PISTA: R$ 145,00 (meia-entrada) R$ 290,00 (inteira)
CADEIRA INFERIOR: R$ 195,00 (meia-entrada) R$ 390,00 (inteira)
CADEIRA SUPERIOR: R$ 130,00 (meia-entrada) R$ 260,00 (inteira)
CAMAROTE INFERIOR: — R$ 390,00 (inteira)
CAMAROTE SUPERIOR: — R$ 390,00 (inteira)

Rio de Janeiro

PISTA PREMIUM: R$ 290,00 (meia-entrada) R$ 580,00 (inteira)
PISTA: R$ 155,00 (meia-entrada) R$ 310,00 (inteira)
CADEIRA INFERIOR – CENTRAL: R$ 140,00 (meia-entrada) R$ 280,00 (inteira)
CADEIRA INFERIOR – LATERAL: R$ 175,00 (meia-entrada) R$ 350,00 (inteira)
CADEIRA SUPERIOR: R$ 125,00 (meia-entrada) R$ 250,00 (inteira)
CAMAROTE: R$ 325,00 (meia-entrada) R$ 650,00 (inteira)

"One More Light" é o ponto mais baixo da carreira do Linkin Park
terça-feira, maio 23, 2017


Linkin Park - "One More Light"

É saudável mudar. Todas as bandas admiradas em nível mundial passaram por modificações em suas sonoridades. Costumo dizer que até o AC/DC e o Motörhead, bandas conhecidas no meio roqueiro por uma curiosa regularidade, adaptaram seus trabalhos conforme o desejo de seus líderes ou até do mercado vigente.

Entretanto, interpreto que mudanças devem ser feitas gradualmente e com critério. Quando as alterações se apresentam de forma brusca e pouco alinhada a uma linha artística, o resultado pode ser desastroso. É o caso de "One More Light", sétimo disco do Linkin Park.



Não dá para falar sobre o que achei de "One More Light" sem, antes, traçar o histórico do Linkin Park ao longo de sua carreira. A banda despontou no início dos anos 2000 como uma das referências do nu metal, apresentando, ao mesmo tempo, um som bem híbrido. Elementos dosados do rock alternativo, eletrônico e hip hop apareciam de forma distinta. Essencialmente, foi isso que fez com que o grupo se desgarrasse de outros nomes de seu segmento, como Slipknot, Korn e Limp Bizkit.

O Linkin Park era diferente. Isso é inegável. Desde o início, a sonoridade sempre foi um pouco mais comercial - o que não é nada negativo e ainda colaborou para que a banda se tornasse a mais famosa daquele movimento.

Todavia, a partir do terceiro disco de estúdio, "Minutes To Midnight" (2007), o grupo começou a mudar um pouco mais a fórmula. E caminhou-se, gradualmente, em seus dois discos seguintes - "A Thousand Sons" (2010) e "Living Things" (2012) -, para uma vertente mais experimental, com doses mais presentes de eletrônico. O último trabalho antes de "One More Light", "The Hunting Party" (2014), interrompeu essa lenta metamorfose com um retorno às raízes roqueiras/metálicas. É um disco pesado e, de certa forma, mais sincero.



Mesmo com tantas mudanças, discos como "Minutes To Midnight", "A Thousand Sons" e "Living Things" trazem algumas características da essência que consagrou o Linkin Park em seu início. Talvez seja esse o principal problema de "One More Light": o álbum parece ter sido feito por outra banda.

Ao mesmo tempo que a mudança seja saudável, também é positivo manter um pouco da essência em tudo que se faz. O Linkin Park não considerou isso ao trabalhar em "One More Light", que falha ao apresentar o mínimo de identidade própria. Até quem é aficionado por música pop/eletrônica vai ter uma sensação esquisita ao ouvir este álbum, porque soa genérico. As músicas são todas muito parecidas, as linhas melódicas se repetem - especialmente de cada refrão - e o resultado final é repetitivo. Não há as digitais dos seis músicos envolvidos.



Aliás, esse é outro problema de "One More Light": não parece que há seis músicos envolvidos. Ainda que tenha colaborado com diversas músicas, Brad Delson praticamente não toca guitarra aqui. O baixo de Phoenix poderia ser substituído por qualquer sintetizador. A bateria de Rob Bourdon, por sua vez, apenas segue o que é proposto. Mike Shinoda só canta em três músicas - "Good Goodbye", "Invisible" e "Sorry For Now".

Com exceção de Chester Bennington e da dupla de programadores Mike Shinoda e Joe Hahn, os demais músicos não são notados em "One More Light". Cabe destacar, ainda, que o próprio Chester não soa como ele próprio. Ainda que não seja necessário berrar como um louco para agradar os fãs - até porque a idade chega e, com ela, os desgastes aparecem na voz -, é bem-vindo aplicar um pouco de feeling ao cantar.



No fim das contas, "One More Light" é o ponto mais baixo da carreira do Linkin Park. Não há um destaque na lista de faixas, apenas músicas menos piores que as outras - "Heavy", por exemplo, é uma das poucas canções que pode ser classificada como "razoável".

A baixa qualidade do resultado final não tem a menor relação com a mudança de gênero. Não vejo problema nenhum em transitar pelo pop ou pelo eletrônico. Acho, ainda, que aquele papo de chamar banda de "vendida" é uma enorme palhaçada. O problema, mesmo, é soar genérico e sem inspiração.

Nota 2



Linkin Park - "One More Light"
Lançado em 19 de maio de 2017

Músicos:

Chester Bennington (vocal)
Rob Bourdon (bateria)
Brad Delson (guitarra)
Phoenix (baixo)
Joe Hahn (programadores)
Mike Shinoda (teclados, programadores, rap vocals na faixa 2, vocais principais nas faixas 5 e 7)

Músicos adicionais:

Kiiara (vocais na faixa 6)
Pusha T (rap vocals na faixa 2)
Stormzy (rap vocals na faixa 2)
Ilsey Juber (backing vocals nas faixas 3 e 10)
Ross Golan (backing vocals na faixa 8)
Eg White (guitarra e piano na faixa 9)
Jon Green (guitarra adicional, backing vocals e baixo na faixa 1)
Jesse Shatkin (teclados e programadores adicionais na faixa 5)
Andrew Jackson (guitarra adicional na faixa 3)

Faixas:

1. Nobody Can Save Me
2. Good Goodbye (com Pusha T e Stormzy)
3. Talking to Myself
4. Battle Symphony
5. Invisible
6. Heavy (com Kiiara)
7. Sorry for Now
8. Halfway Right
9. One More Light
10. Sharp Edges

Ouça "One More Light" na íntegra:



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ex-guitarrista do House Of Lords leva música a crianças no Afeganistão
segunda-feira, maio 22, 2017


O guitarrista original do House Of Lords e do Giuffria, Lanny Cordola, se mudou para o Afeganistão para ensinar música para crianças que moram no país. A informação foi divulgada por uma reportagem do site Press-Telegram.

Cordola participa de projetos chamados Girl with a Guitar e The Miraculous Love Kids, com mais de 100 crianças e jovens participantes. Músicos como Brian Wilson (Beach Boys) também já auxiliaram em outros momentos.

Lanny, que morava em Long Beach (Estados Unidos) até então, foi convidado para colaborar com músicos do Paquistão em 2010. Ele voltou aos EUA em 2012 e, depois, soube do bombardeio suicida de duas irmãs no Afeganistão.

No mesmo ano, retornou ao Paquistão e prometeu que auxiliaria de alguma forma. Em 2015, voltou com uma guitarra e começou um de seus projetos, Girl with a Guitar, após ter despertado o interesse de uma garotinha sobrevivente, que ficou curiosa com relação ao instrumento e acabou aprendendo a tocar.

Em 2016, Lanny Cordola mudou para Cabul, no Afeganistão, onde o The Miraculous Love Kids foi fundado. Com as crianças, ele chegou a gravar uma versão para "Love And Mercy", com Brian Wilson. A canção será lançada em breve pelo iTunes.

"Milhões de afegãos foram mortos, deslocados, mutilados por minas terrestres e outras situações horríveis que a guerra traz sobre os inocentes. Depois que os russos partiram, os senhores da guerra autorizados pelo que o governo americano com armas e dinheiro se enfrentaram, o que fez os talibãs surgirem", afirmou Cordola, que integrou o integrou o House Of Lords entre 1987 e 1990 e, depois, de 2000 a 2005.

Ciente do quão seu projeto se tornou importante, Lanny Cordola quer expandir a sua ajuda a outros locais. Além de retornar ao Paquistão, ele quer trabalhar com crianças em situação de risco nos Estados Unidos, México, Haiti e Oriente Médico.

Mais informações sobre os projetos:
- https://www.facebook.com/Themiraculouslovekids
- http://themiraculouslovekids.org/

Pés de Freddie Mercury tiveram que ser amputados, revela Brian May
segunda-feira, maio 22, 2017


O guitarrista Brian May revelou, em entrevista ao Sunday Times, um pouco sobre as últimas ocasiões que viu o vocalista Freddie Mercury pessoalmente. O cantor do Queen morreu em novembro de 1991, devido a complicações causadas pelo vírus HIV.

Brian May contou que, antes de Freddie Mercury morrer, foi necessário que o cantor amputasse boa parte de seus pés. A doença, segundo May, tomava conta do corpo do vocalista de forma progressiva.

"O problema, mesmo, eram os pés dele. Tragicamente, sobrou bem pouco deles. Uma vez, ele nos mostrou em um jantar e disse: 'oh, Brian, desculpe por ter te incomodado ao mostrar isso'. E eu disse: 'não estou chateado, Freddie, exceto pelo fato de que você tem que conviver com essa terrível dor", afirmou.

O músico relembrou, ainda, que Freddie Mercury morreu pouco antes de grandes avanços nas pesquisas relacionadas à Aids terem sido conquistados. Ainda na década de 1990, surgiram coquetéis de remédios que são capazes de prolongar a vida de pessoas com a doença.

"Ele perdeu por apenas alguns meses. Se fosse um pouco depois, ele ainda poderia estar conosco, tenho certeza", disse May.

Veja também:
- As agonizantes últimas horas de Freddie Mercury
- Em 1992, o show-tributo a Freddie Mercury - e em combate à Aids
- Quanto "We Will Rock You" rende a Brian May?

Ouça "1992", nova música do Mr. Big
segunda-feira, maio 22, 2017


O Mr. Big divulgou uma nova música, intitulada "1992". A faixa integra o álbum "Defying Gravity", que será lançado no dia 7 de julho.

Ouça:

domingo, 21 de maio de 2017

Roger Waters posta foto de Temer e diz: "é essa vida que vocês querem?"
domingo, maio 21, 2017


O músico Roger Waters, conhecido por ter integrado o Pink Floyd, divulgou uma foto do presidente Michel Temer. A imagem foi publicada em seu perfil no Facebook.

Na legenda, Waters faz uma provocação aos fãs brasileiros. "Brasil, é essa vida que vocês realmente querem?". O questionamento faz menção ao próximo disco do músico, "Is this the life we really want?", a ser lançado em 2 de junho.

Veja:

sábado, 20 de maio de 2017

Guns N' Roses divulga vídeo com linha do tempo e não cita Izzy e Steven
sábado, maio 20, 2017


Um curioso vídeo com uma linha do tempo do Guns N' Roses foi divulgado pelo perfil da banda nas redes sociais. O registro chama a atenção por sequer citar os dois músicos da formação clássica que não estão no grupo atualmente: o guitarrista Izzy Stradlin e o baterista Steven Adler. Outros ex-integrantes também não são mencionados.

A linha do tempo tem início com a mudança de Axl Rose, Slash e Duff McKagan, em anos diferentes, para Los Angeles, onde o Guns N' Roses foi formado. São citados os lançamentos dos discos, shows importantes, conquistas em termos de vendas, entre outras situações.

A fase "Chinese Democracy", entre 2001 e 2014, são citadas em apenas um trecho. Depois, a linha do tempo desembarca para a "Not In This Lifetime Tour", responsável por reunir Axl, Slash e Duff.

Aparentemente, a ideia da linha do tempo era destacar todo o caminho que conduziu à "Not In This Lifetime Tour". Todavia, muitos internautas destacaram a ausência de Izzy Stradlin e Steven Adler. Outros também chamaram a atenção pela rápida passagem entre 2001 e 2014 - seguiu tão rapidamente que mal deu para prestar atenção, conforme dito por alguns seguidores da banda.

Veja: