domingo, 22 de abril de 2018

Guitarra de James Hetfield é feita com madeira de antiga garagem da banda
domingo, abril 22, 2018


O Metallica lançou, na última sexta-feira (13), uma versão remasterizada do EP "The $5.98 E.P.: Garage Days Re-Revisited". Muitas das versões presentes no álbum, de bandas como Misfits e Diamond Head, começaram a ser tocadas pela banda ainda em seus primórdios, no início da década de 1980, na garagem da casa em 3132, Carlson Boulevard, em El Cerrito, Califórnia, Estados Unidos.

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Considerada o "QG" do Metallica, a garagem foi demolida após a casa ter sido vendida. Entretanto, a nova guitarra de James Hetfield, chamada "Carl", presta tributo ao local onde a banda tomou forma na década de 1980: o instrumento foi feito a partir de madeira reaproveitada do próprio local.



Conforme explicado por James Hetfield no vídeo acima, a guitarra "Carl" foi construída pelo luthier Ken Lawrence, que usou madeiras da garagem guardadas por um amigo dos músicos do Metallica. O instrumento ainda conta com outras referências ao "QG" da banda, como os desenhos entre os trastes e os cinco dólares (quatro com o ano de cada integrante original e um com 1986, ano em que 'Master Of Puppets' foi lançado) afixados na parte traseira.

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sábado, 21 de abril de 2018

Documentário de Bruce Dickinson será lançado em DVD e Blu-Ray
sábado, abril 21, 2018


O documentário "Scream For Me Sarajevo", que retrata um show que o vocalista Bruce Dickinson fez na cidade de Sarajevo, Bósnia, em 1994, em meio à Guerra da Bósnia, será lançado em formatos domésticos.

"Scream For Me Sarajevo" chega ao público em formatos de DVD, Blu-Ray e digital no próximo dia 29 de junho, por meio da Eagle Vision. O selo BMG vai lançar, ainda, a trilha sonora do documentário em CD e LP duplo.

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Além de músicas presentes nos álbuns da carreira solo de Bruce Dickinson, a trilha sonora conta com três faixas consideradas raras. São elas: "Acoustic Song", presente apenas como bônus da compilação "Best Of Special Edition", de 2001; uma versão ao vivo de "Inertia", lançada somente como bônus do relançamento de "Skunkworks", divulgada em 2005; e "Eternal", inclusa anteriormente nas bônus da edição japonesa de "Tyranny Of Souls", também de 2005.

A pré-venda de ambos os materiais já está aberta. Os pedidos podem ser feitos pelo site  www.screamformesarajevo.com, da PledgeMusic.

Confira, abaixo, um trailer que destaca a edição em formatos domésticos de "Scream For Me Sarajevo".



Veja, a seguir, a tracklist da trilha sonora de "Scream For Me Sarajevo".

01. Change Of Heart
02. Tears Of The Dragon
03. Gods Of War
04. Darkside Of Aquarius
05. Navigate The Seas Of The Sun
06. Road To Hell
07. Arc Of Space
08. Omega
09. River Of No Return
10. Power Of The Sun
11. Strange Death In Paradise
12. Inertia (Live)
13. Acoustic Song
14. Eternal

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Roland Grapow diz não se importar por estar fora da reunião do Helloween
sábado, abril 21, 2018


Em entrevista ao programa de rádio "Metal Command" (transcrição via Blabbermouth), o guitarrista Roland Grapow falou sobre não ter sido convidado para a reunião do Helloween, que está excursionando com o vocalista Michael Kiske e o guitarrista Kai Hansen, além de ter preservado os demais músicos em sua formação. Hoje no Masterplan, Grapow afirmou não se importar por ter ficado de fora da turnê que celebra a volta de Kiske e Hansen, "Pumpkins United".

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Inicialmente, Roland Grapow disse que alguns fãs o enviaram "longas cartas" para dizer que viram os shows do Helloween na América do Sul e sentiram a falta do guitarrista com a banda. Embora tenha respondido aos admiradores em questão, Grapow destacou que está feliz com sua vida atual.

"Estou realmente feliz. Tenho uma linda esposa, um estúdio, uma casa grande. Estou saudável, até onde sei. É o principal, e estou sobrevivendo. 'Sobrevivendo' significa que posso viver. Não sou rico, mas ainda tenho muita paixão pela música. Amo meu trabalho, que é de produtor de música muito mais que guitarrista nos dias de hoje, e é o que amo", disse.

Em seguida, o músico destacou que não entende a sua reputação - às vezes, de arrogante - construída a partir do tempo frente aos fãs e afirmou que as pessoas gostam de falar "o que querem" pelas redes sociais. "Às vezes, conheço fãs e eles dizem: 'alguns amigos meus dizem que você é arrogante e eu não acho isso'. Eu digo: 'por que eles pensam que sou arrogante?'. Eles sequer sabem. Talvez seja por algumas entrevistas que fiz. Então, fico triste. Por que dar entrevistas quando você diz algo tentando ser positivo e ainda pensam que é negativo? Não entendo. Não acho que eu seja frustrado, nem uma pessoa ruim", disse.

Ao destacar que não se importa em ter ficado de fora da reunião do Helloween, Roland Grapow disse que não está "vivendo no passado" ou "analisando o que fez". "Quando fizemos o álbum 'PumpKings' (do Masterplan, com regravações de músicas do Helloween), pensaram que era uma vingança ou coisa do tipo. Para mim, era apenas uma situação para se relaxar. Peguei minhas músicas e coloquei em uma nova roupagem com novos músicos. É isso. Já me esqueci sobre isso. A diferença é que tocamos 'The Chance' nos últimos três ou quatro anos. Foi antes de gravar o álbum. Tocamos em Moscou e foi a primeira vez que tocamos 'The Time Of The Oath', e foi inacreditável. Os fãs amaram. A banda amou, porque é diferente do estilo do Masterplan, mas ainda se encaixa", explicou.

Por fim, Grapow contou que o lançamento de "PumpKings" coincidiu com a turnê "Pumpkins United", do Helloween, por acaso. "Foi apenas um pouco de coincidência, porque atrasei esse disco por dois anos e saiu na mesma época em que a turnê de reunião foi divulgada", disse.

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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Scalene lança EP "+gnetite" com sobras do disco anterior
sexta-feira, abril 20, 2018

Foto: Breno Galtier / divulgação
O Scalene lançou, nesta sexta-feira (20), um EP intitulado "+gnetite". O trabalho tem sete faixas, sendo que três delas são inéditas e foram gravadas nas mesmas sessões que resultaram no álbum "magnetite", lançado no ano passado.

As músicas inéditas são intituladas "impulso", "tempo" e "zamboni". Conforme descrito pelo press-release, "'impulso' tem o seu refrão cantado pelo baterista Philipe 'Mkk' Nogueira, enquanto 'tempo' foi um exercício de compor com uma mentalidade de loop (as camadas de vozes vão se repetindo e se somando ao longo da música)".

Ainda segundo o material de divulgação, o título da música "zamboni" faz menção ao sobrenome de Luana Zamboni, fã do Scalene. "Após ter ido a um show do grupo, Luana Zamboni colocou um vídeo na internet em que dizia estar 'chapadona de riff de guitarra'. Resultado: o vídeo viralizou na internet".

As outras quatro faixas são regravações de "cartão postal", "maré", "phi" e "vultos". As três primeiras são regravações de canções presentes em "magnetite", enquanto a última esteve presente na tracklist do DVD "Ao Vivo em Brasília".

Clique aqui para conferir o EP "+gnetite" nas plataformas digitais.

Veja, abaixo, a tracklist de "+gnetite".

1) tempo
2) zamboni
3) vultos
4) impulso
5) maré
6) cartão postal
7) phi

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Fã com maquiagem do Kiss toca com o Foo Fighters em show; assista
sexta-feira, abril 20, 2018


Na última quarta-feira (18), o Foo Fighters deu início à parte norte-americana da turnê que promove o álbum "Concrete And Gold", com um show em Austin, no Texas. E um momento curioso marcou a apresentação: um fã subiu ao palco para tocar "Monkey Wrench", com a banda, usando maquiagem e penteado no estilo de Gene Simmons, baixista e vocalista do Kiss.

O fã foi convidado para o palco após o frontman do Foo Fighters, Dave Grohl, tê-lo visto de maquiagem e com uma camiseta do Motörhead. "Você já fez isso antes? É realmente tranquilo", disse Grohl, antes de dar, em suas mãos, a sua guitarra.

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A performance do rapaz - que não se apresentou e apenas foi chamado de "Kiss guy" ("garoto Kiss") - deixou Dave Grohl impressionado, a ponto de esquecer de cantar após um solo de guitarra em "Monkey Wrench". Grohl até pediu para que o jovem fizesse mais solos.

Assista ao curioso momento no vídeo abaixo.



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Por que Ritchie Blackmore não trabalha com músicos que não bebem
sexta-feira, abril 20, 2018


O guitarrista Ritchie Blackmore (Rainbow, Blackmore's Night, ex-Deep Purple) revelou, em entrevista à Guitar World, que não trabalha com músicos abstêmios - ou seja, que não bebem álcool. E o motivo para tal regra é um tanto peculiar.

Blackmore contou que pessoas abstêmias são aquelas com as quais ele teve mais problemas. "Alguém que gosta de beber é, obviamente, importante", disse, inicialmente, aos risos. "Você pode brincar com isso, mas conheci pessoas que diziam: 'Não bebo, parei há cinco anos'. E com essas pessoas, eu sempre tive problemas."

- Blackmore não gosta quando dizem que música é diversão

Em seguida, o músico justificou, de forma mais clara, seu posicionamento. "Podem não beber, mas fazem todas as outras coisas que são loucas. Se alguém diz 'Não bebo muito, só gosto de tomar algumas', tudo bem. Mas quando fazem aquele grande discurso, eu digo: 'Oh, querido, então, qual é o seu problema? Posso estar lidando com a pessoa errada aqui'", afirmou.

Ritchie destacou que, claramente, também observa outras características ao escolher com quem vai trabalhar. "Em um baixista, o ritmo é muito importante. Ele está conectado com a bateria? Não gosto de baixistas chamativos que correm pelo palco acenando para o público por metade do tempo. E estou pensando em uma pessoa em particular que faz isso. Ele é muito famoso, na verdade", disse.

Ao ser questionado sobre quem estava falando, Blackmore disse que não conseguia se lembrar do nome do baixista em questão. "Qual era o nome da banda? Era da década de 1980, 1990. Não era o Foreigner, mas algo assim", afirmou.

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Pílulas falsas mataram Prince; ninguém será preso
sexta-feira, abril 20, 2018


Chegou ao fim a investigação sobre a morte de Prince, que sofreu uma overdose fatal de opioides em 2016, aos 57 anos. Segundo a procuradoria de Carver Conty, em Minnesota, nos Estados Unidos, o cantor e músico faleceu devido ao uso de pílulas falsificadas.

O remédio falso ingerido por Prince se passava por Vicodin, mas continha o opioide fentanil. De acordo com a procuradoria, o artista, provavelmente, não tinha conhecimento desse acréscimo do composto, que foi encontrado em níveis altos em seu corpo.

- Prince deixa fortuna de R$ 1 bilhão sem herdeiro

Ainda segundo as autoridades, ninguém será acusado judicialmente pela venda das pílulas, visto que não se sabe, ainda, quem forneceu o medicamento para Prince. Um médico que receitou um opioide de forma ilegal para o músico foi multado em US$ 30 mil - cerca de R$ 100 mil -, mas não será preso.

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Barão Vermelho lança EP enquanto grava novo disco
sexta-feira, abril 20, 2018

Foto: Leo Aversa / divulgação
O Barão Vermelho divulgou, nas plataformas digitais, um novo EP intitulado "#BarãoPraSempre". O trabalho é o primeiro registro de estúdio a contar com Rodrigo Suricato nos vocais e guitarra, substituto de Frejat desde janeiro de 2017, e o último a ter a participação do baixista Rodrigo Santos, que deixou o grupo em novembro de 2017 e foi substituído por Márcio Alencar.

"#BarãoPraSempre" foi gravado, na primavera de 2017, no estúdio Palco 41, no Rio de Janeiro. Não há canções inéditas no EP: a tracklist é composta por músicas antigas do Barão Vermelho, com exceção de "Brasil", lançada pelo falecido ex-vocalista Cazuza em carreira solo.

- No início dos anos 90, a fase mais roqueira do Barão Vermelho

Curiosamente, o lançamento do EP "#BarãoPraSempre" no Spotify foi marcado por um erro técnico: até o fechamento desta matéria, todas as faixas estavam com títulos trocados. Ao dar play na música intitulada "Pense e Dance", por exemplo, é reproduzida "Tão Longe de Tudo", enquanto "Por Você" está no lugar de "Puro Êxtase" e por aí vai.

Confira, a seguir, o EP "#BarãoPraSempre" no Spotify.



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Richie Kotzen explica por que deu um tempo do The Winery Dogs
sexta-feira, abril 20, 2018


Em entrevista ao Sofa King Cool (transcrição via Blabbermouth), o vocalista e guitarrista Richie Kotzen voltou a ser questionado sobre o futuro do The Winery Dogs. O supergrupo - que conta com Billy Sheehan no baixo e Mike Portnoy na bateria, além de Kotzen - entrou em hiato para que os envolvidos trabalhassem em outros projetos.

"Fizemos o primeiro disco (autointitulado, de 2013) e foi muito, muito bom. Considerando o que está acontecendo nas vendas de discos, aquele disco foi muito bem. E então, por isso, voltamos para outro ciclo de álbum ('Hot Streak', de 2015). E, depois, achei que faria sentido dar uma pausa", disse Kotzen.

- Richie Kotzen quer retomar o The Winery Dogs

Em seguida, o músico explicou melhor o seu ponto de vista. "Pensei: 'bem, isso funcionou, foi divertido, mas meio que quero voltar a ser Richie por um tempo e fazer o que estava fazendo antes'. E Billy tem uma banda de franquia com o Mr. Big, ainda continuam fazendo ótimas músicas e turnês. E Mike, embora eu esteja certo de que ele ama tocar com o The Winery Dogs, sua habilidade no instrumento e seu estilo, com aquela coisa do rock progressivo, é algo que ele também precisa fazer, porque está em seu sangue - ele precisa fazer aquilo. Então, faz sentido que a gente dê um tempo para fazer o que era feito antes. Mas também faz sentido que, eventualmente, nos reencontremos e façamos algo de novo", afirmou.

Atualmente, Richie Kotzen está em carreira solo - seu último álbum, "Salting Earth", saiu em abril de 2017. Billy Sheehan e Mike Portnoy estão com outro supergrupo - Sons Of Apollo, cujo disco de estreia, "Psychotic Symphony", foi lançado em outubro de 2017.

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Zakk Wylde diz que 'audição' no Guns N' Roses foi mais jam do que teste
sexta-feira, abril 20, 2018


O guitarrista Zakk Wylde relembrou, em entrevista ao Eonmusic, o breve período em que tocou com o Guns N' Roses, no ano de 1995. O músico tocaria ao lado do também guitarrista Slash, na vaga deixada por Gilby Clarke - e que acabaria ocupada por Paul Tobias.

Durante o bate-papo, Zakk Wylde negou que tenha passado por uma audição para integrar o Guns N' Roses. "Apenas fui fazer uma jam com os caras. Não era nem mesmo uma audição naquele ponto. Jimmy Page não faz teste para os Rolling Stones. Seria como: 'Jimmy, quer vir e tocar conosco?'. 'Sim, ok, sem problemas'. Então, foi mais dessa forma - apenas um monte de palhaços se juntando e tocando", afirmou.

Por onde anda o Guns N' Roses que tocou no Rock In Rio 2001?

As jams ganharam um caráter mais sério após serem registradas demos com Slash, o vocalista Axl Rose, o baixista Duff McKagan e o tecladista Dizzy Reed. "Improvisamos um monte de coisas. Fizemos demos e coisas do tipo na casa de Duff, no estúdio. Só tínhamos um monte de riffs e coisas assim, mas nada estava acontecendo, estava no limbo", disse Wylde.

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