quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

5 projetos que se tornariam reais se Kurt Cobain não tivesse morrido
quarta-feira, fevereiro 22, 2017


Kurt Cobain deu fim à sua própria vida em 1994, aos 27 anos. Em outro texto, fiz o exercício de imaginação que responderia à questão "e se Kurt ainda estivesse vivo?", mas, de 1994 até 2017, passaram-se 23 anos.

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Se já é difícil imaginar como Kurt Cobain estaria hoje em dia, é mais complicado ainda elucidar o que ele poderia ter feito ao longo das últimas décadas. Por outro lado, há alguns indicativos relacionados a isto em sua história.

O site Alternative Nation reuniu alguns projetos que sairiam do papel caso Kurt Cobain tivesse continuado vivo. Aproveitei os itens e dei algumas pinceladas, com opiniões pessoais e relatos extras. Veja:

1) Disco solo



Kurt Cobain começava a trabalhar em material solo no início de 1994. O guitarrista do Hole, Eric Erlandson, disse em entrevista à emissora de TV Fuse, em 2012, que o trabalho tomava uma direção muito boa e que seria o "White Album" de Kurt, em menção a um dos principais registros dos Beatles.

Na época, Kurt Cobain, Eric Erlandson e Pat Smear gravaram uma demo de uma faixa chamada "Do Re Mi". A versão acústica que Cobain fez foi lançada depois, em trabalhos póstumos.

2) Projeto acústico



O projeto solo de Kurt Cobain poderia ser acústico ou uma nova banda, de teor desplugado, poderia ter sido montada. Fato é que Kurt tinha interesse em violão naquele momento.

"Seria interessante tocar violão e ser visto como cantor e compositor, ao invés de um roqueiro grunge. Tocaria, sentado, músicas de Johnny Cash ou algo e não seria uma piada", afirmou, em entrevista passada.

3) Integrar o Hole



Em entrevista concedida oito meses antes de se matar, Kurt Cobain disse que gostaria de integrar o Hole, banda de sua mulher, Courtney Love.

"Gostaria (de colaborar com o Hole). Mas para dizer a verdade, prefiro sair da minha banda e entrar no Hole. Quando toquei com eles, houve um nível de conexão um pouco maior do que com qualquer outro músico", afirmou.

4) Colaboração com Dave Grohl (e fim do Nirvana)



Em entrevistas passadas, Kurt Cobain se mostrou empolgado com a colaboração de Dave Grohl em "Scentless Apprentice", no disco "In Utero". Ele também curtiu uma demo que Grohl fez na época e que se transformaria em "Alone + Easy Target", que entraria no primeiro disco do Foo Fighters. "Fatalmente", iria compor mais com Grohl.

A reação de Kurt Cobain à demo, segundo Dave Grohl, foi inesperada. "Ele parecia bem animado, disse que soube que havia gravado algumas coisas com o produtor Barrett Jones. Afirmei que sim e ele pediu para ouvir. Fiquei com medo de estar perto dele enquanto ouvia. Kurt ouviu e me deu um beijo no rosto, enquanto estava no banho", contou, em depoimento a um episódio do documentário "Sonic Highways".

Vale destacar que Dave Grohl, inevitavelmente, se dedicaria ao Foo Fighters, mesmo sem a morte de Kurt Cobain. Por isto, também é inegável que o Nirvana acabaria em algum momento, não só pela possível saída de Grohl, mas pelo interesse aparente de Kurt em outros projetos.

E, claro, também não dá para imaginar o Nirvana sem se reunir. Ainda mais depois que Grohl participou de tantos projetos entre o fim da década de 1990 e o início dos anos 2010.

5) Parceria com Michael Stipe


Estava agendado para Kurt Cobain e Michael Stipe começarem a trabalhar juntos em uma parceria ainda no ano de 1994, na época em que Cobain morreu. Não havia diretrizes musicais definidas até então.

Pouco após o falecimento, Stipe disse: "Nas últimas semanas, falava muito com Kurt. Tínhamos um projeto musical planejado, mas sem nada gravado. Ele amava Courtney e Frances Bean, bem como Krist e Dave no Nirvana. Sua morte foi uma perda profunda", afirmou.

Em 2011, durante entrevista à Interview Magazine, Michael Stipe disse que tentou fazer aquilo para salvar a vida de Kurt. "A colaboração era um meio de chegar até aquele cara. Ele estava mal", afirmou.

O cantor sugere, em suas palavras, que o suicídio era inevitável. Apesar disso, ele tentou convencer Cobain a ir até Miami para conhecê-lo. "Construí um projeto para tirar Kurt daquilo. Mandei a passagem de avião e um motorista. Ele pregou a passagem na parede do quarto e o condutor o esperou por dez horas. Ele não saía, nem atendia ao telefone", disse.

Steve Stevens compôs com Ozzy Osbourne para próximo disco
quarta-feira, fevereiro 22, 2017


O guitarrista Steve Stevens revelou, em recente entrevista ao site All That Shreds, que está trabalhando com Ozzy Osbourne. Eles têm composto para um disco solo do Madman, ainda sem data para ser lançado.

Stevens contou como ele chegou a Ozzy Osbourne. "O guitarrista rítmico de Billy Idol é Billy Morrison, um dos melhores amigos de Ozzy. Trabalhamos por uma semana em algumas músicas e acho que ele está feliz com o material", afirmou.

Questionado se faria parte da banda de Ozzy, Steve disse: "Em estúdio, sim. Em turnês, estou realmente dedicado ao trabalho com Billy Idol".

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Steven Adler teria exagerado sobre presença na reunião do Guns N' Roses
quarta-feira, fevereiro 22, 2017


Eddie Money, um usuário do fórum MyGNRForum conhecido por conhecer os bastidores do Guns N' Roses, disse que Steven Adler cometeu alguns exageros em suas declarações, durante entrevista a Mitch Lafon.

Na ocasião, Steven Adler detalhou a sua participação na reunião do Guns N' Roses, que culminou na "Not In This Lifetime Tour". Adler disse que a ideia era que ele tocasse as músicas que gravou no "Appetite For Destruction" e algumas faixas do "Use Your Illusion" e Frank Ferrer tocaria as demais. Considerando que boa parte do repertório é composta por canções do "Appetite" e dos "Illusion", Steven tocaria, pelo menos, durante metade de cada apresentação.

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"Pelo que ouvi, nem Steven, nem Izzy foram convidados para qualquer coisa além de participações especiais. Eles teriam Steven no Troubadour, em Vegas, Coachella e Cidade do México, em aberturas e fechamentos dos shows. Quando eles se encontraram nos ensaios, não se acreditava que Steven poderia fazer shows completos", disse Eddie Money.

Segundo Money, Axl Rose teria dito aos envolvidos que seria legal ter Steven no ensaio, sob o entendimento de que Frank tocaria na maior parte do repertório e que havia um consenso entre Axl, Slash e Duff McKagan sobre os momentos em que Steven tocaria. "Steven não está mentindo, mas apenas exagerando e esticando a verdade um pouco. Pela entrevista, parece que ele faria a turnê toda e que ele tocaria tanto quanto ou até mais que Frank", afirmou.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

David Ellefson fala da felicidade do Megadeth em ganhar Grammy
terça-feira, fevereiro 21, 2017


O baixista David Ellefson falou, em entrevista à rádio Banana 101.5, de Flint, Estados Unidos, sobre a felicidade que os membros do Megadeth sentiram ao conquistar seu primeiro Grammy. O grupo havia sido indicado por 12 vezes até, enfim, levar para casa o prêmio de "Melhor performance metal", pela música "Dystopia".

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"É 12 vezes melhor saber que temos um Grammy. Sempre vamos sabendo que temos uma chance. Ser convidado já é algo grande. A maior coisa é quando você está sentado e dizem: 'e o Grammy vai para...'. E, desta vez, foi ainda melhor quando disseram que iria para 'Dystopia', do Megadeth. Estamos nas nuvens com isto", afirmou.

Ellefson revelou, também, o pensamento comum quando o Megadeth não levava o prêmio. "Nossa gravadora fazia uma festa e nos queria por lá, no tapete vermelho. A noite durava para sempre, o que era fantástico. Era algo como, 'por favor, não deixe esta noite terminar'", disse.

O músico revela que sempre ficou para a festa, exceto da primeira vez em que foi, em 1993. "Era 'Countdown To Extinction', nosso grande disco. Era o primeiro ano com pré-transmissão. Nunca me esqueço quando Mary Chapin Carpenter e Lyle Lovett anunciaram o Grammy ao Nine Inch Nails. Gostamos deles, era uma banda legal, Trent Reznor merecia. Mas estávamos tristes e Marty disse: 'ok, estamos fora'. A limousine não havia nem estacionado e já estávamos indo embora", afirmou.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Mr. Big confirma quatro shows no Brasil; dois com Geoff Tate
segunda-feira, fevereiro 20, 2017


A produtora Free Pass Entretenimento confirmou a vinda da banda norte-americana Mr. Big ao Brasil para Agosto de 2017. O grupo formado por Eric Martin (vocal), Paul Gilbert (guitarra), Billy Sheehan (baixo), Pat Torpey (bateria e percussão) e Matt Starr (bateria) passará por 4 capitais.

Os shows de São Paulo e Belo Horizonte contarão com a presença mais que especial de Geoff Tate (a voz original do Queensrÿche) com a tour ‘Story Teller’, onde o músico conta histórias sobre músicas e acontecimentos inusitados de toda a sua carreira. Geoff Tate se apresentará antes do Mr. Big e fará um show completo.

A banda de Tate é formada por músicos norte-americanos e irlandeses, sendo 3 guitarristas, bandolim, violoncelo, saxofone, violino e vários instrumentos de percussão para produzir uma versão acústica de alta energia de todos os clássicos do Queensrÿche.

Os ingressos adquiridos para a apresentação do Geoff Tate no Carioca, que aconteceria em janeiro, continuam válidos para o setor correspondente, no caso de pista será pista, e no caso de mezanino, setor frisas. Os mesmos deverão ser trocados apenas no dia do show, nas bilheterias do Tom Brasil, sem nenhum custo. Uma equipe do Clube do Ingresso estará lá para auxiliar no processo de troca.

Manaus - 17/8 @ Porão do Alemão
São Paulo -19 /8 @ Tom Brasil (com Geoff Tate)
Belo Horizonte - 20 /8 @ Music Hall (Com Geoff Tate)
Porto Alegre - 22 /8 @ Opinião

Mais em:
http://www.mrbigsite.comr
http://www.geofftate.com
http://www.freepass.art.br

SERVIÇOS

MANAUS – AM
Atrações: MR.BIG
Data: 17 de Agosto de 2017, Quinta-feira
Horário: Portas 19h / DJ da casa / Mr.Big 23h
Local: Porão do Alemão (http://www.poraodoalemao.com.br )
Endereço: Estrada da Ponta Negra 1986, São Jorge, Manaus - AM
Classificação etária: 18 anos
Capacidade: 1.200 pessoas
Acesso para deficientes físicos / Ar condicionado.

Informações e compra de ingressos

SETORES PREÇOS
PISTA 1º Lote meia-entrada R$ 60
PISTA 2º Lote meia-entrada R$ 80
PISTA 3º Lote meia-entrada R$ 100
PISTA PREMIUM meia-entrada R$ 200
PISTA PREMIUM meia-entrada R$ 240
PISTA PREMIUM meia-entrada R$ 260

A venda de ingressos terá inicio no dia 22 de Fevereiro de 2017, a partir das 12h, tanto online como nos pontos de venda.

Online
Somente pelo site da Shop Ingressos: http://www.shopingressos.com.br

Pontos de venda
SEM taxa de conveniência:
Bilheterias do Porão do Alemão

Loja Daray - Amazonas Shopping
Horários de funcionamento: de Segunda a Sábado das 10h as 22h, e aos Domingos e Feriados das 14h as 20h.

*Será expressamente proibida a entrada portando câmeras fotográficas profissionais ou semi-profissionais, e filmadoras de qualquer tipo.
*A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.

Assessoria de imprensa oficial: Heloisa Vidal - press@freepass.art.br
Realização e Produção: Free Pass Entretenimento - http://www.freepass.art.br / Black River / Porão do Alemão

SÃO PAULO – SP
Atrações: Geoff Tate e MR.BIG
Data: 19 de Agosto de 2017, Sábado
Horário: Portas 19h / Geoff Tate 20:30h / Mr.Big 22:00h
Local: Tom Brasil (http://www.grupotombrasil.com.br )
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281,Chácara Santo Antônio, São Paulo – SP.
Classificação etária: 14 anos.
Capacidade: 4000 pessoas.
Acesso para deficientes físicos / Ar condicionado.

Informações e compra de ingressos

SETORES PREÇOS
PISTA 1º Lote R$ 200
PISTA 2º Lote R$ 210
PISTA 3º Lote R$ 220
PISTA PREMIUM 1º Lote R$ 360
PISTA PREMIUM 2º Lote R$ 380
PISTA PREMIUM 3º Lote R$ 400
CADEIRA ALTA R$ 280
FRISAS R$ 340
CAMAROTE R$ 380

A venda de ingressos terá inicio no dia 22 de Fevereiro de 2017, a partir das 12h, tanto online como nos pontos de venda.

Online
Somente pelo aplicativo ou site da Ingresso Rápido: http://www.ingressorapido.com.br

Pontos de venda
SEM taxa de conveniência: Bilheterias do Tom Brasil
Endereço - Rua Bragança Paulista, 1281,Chácara Santo Antônio, São Paulo – SP.
Horários de funcionamento: de Segunda a Sábado das 10h as 20h, e aos Domingos e Feriados das 10h as 18h.
Em dias de show a bilheteria terá seu horário estendido em 30 minutos após o inicio do show.

COM taxa de conveniência: Acesse o link para mais informações -http://www.ingressorapido.com.br/PontosVenda.aspx

*Meia entrada: estudantes, pessoa com deficiência e um acompanhante, aposentados, idosos (pessoas com mais de 60 anos), jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos, diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.

*Será expressamente proibida a entrada portando câmeras fotográficas profissionais ou semi-profissionais, e filmadoras de qualquer tipo.
*A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.

Assessoria de imprensa oficial: Heloisa Vidal - press@freepass.art.br
Realização e Produção: Free Pass Entretenimento - http://www.freepass.art.br

BELO HORIZONTE – MG
Atrações: Geoff Tate e MR.BIG
Data: 20 de Agosto de 2017, Domingo
Horário: Portas 19h / Início dos shows: 20h
Local: Music Hall
Endereço: Av. do Contorno, nº 3239 - Santa Efigênia / Belo Horizonte – MG.
Classificação etária Pista e Pista VIP: 16 anos.
Classificação etária Camarote Open Bar: Somente maiores de 18 anos.
Acesso à deficientes

Informações e compra de ingressos

SETORES PREÇOS (R$)
PISTA 240,00
PISTA inteira promocional 150,00
PISTA meia-entrada 120,00
PISTA VIP 320,00
PISTA VIP inteira promocional 190,00
PISTA VIP meia-entrada 160,00
CAMAROTE OPEN BAR* 210,00
- Valores referentes aos primeiros lotes.
- Ingresso promocional: Carga de ingresso disponível para o público que não tem mais direito a meia-entrada. Limitados,e quando disponível, qualquer pessoa poderá comprar.

* Preço único por se tratar de um pacote de serviços. Somente para maiores de 18 anos. O pacote de Camarote Open Bar contém: 1 Ingresso para o setor Camarote, cerveja Brahma, vodka, refrigerante, energético e água à vontade.

A venda de ingressos terá inicio apenas para compras online no dia 22 de Fevereiro de 2017, a partir das 12hs, e a partir de Março nos pontos de venda.

Compras Online
Vendas online pelos sites da Sympla: http://www.sympla.com.br , ou da Ticket Brasil: http://www.ticketbrasil.com.br/show/4836-mrbig-geofftate-belohorizonte-mg

Pontos de venda
Loja Tunel do Rock (SEM taxa de serviço) - Rua Rio de Janeiro, 839, Centro, BH.
Forma de pagamento: Somente em dinheiro.

Direitos a meia-entrada: Menores de 21 anos, maiores de 60 anos (mediante a apresentação do RG), Estudantes devidamente matriculados com carteira de estudante válida com a data a partir do ano vigente. Não são aceitos boletos e declarações como comprovação estudantil.

*Será expressamente proibida a entrada portando câmeras fotográficas profissionais ou semi-profissionais, e filmadoras de qualquer tipo.
*A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.

Realização e Produção:http://msbhz.blogspot.com.br e http://www.freepass.art.br

PORTO ALEGRE – RS
Atrações: MR.BIG
Data: 22 de Agosto de 2017, Terça-feira
Horário: Portas 19h / Mr.Big 21:00h
Local: Opinião
Endereço: Rua José do Patrocinio, 834 – Bairro Cidade Baixa – Porto Alegre - RS
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 1.550 pessoas

Informações e compra de ingressos
A venda de ingressos terá inicio no dia 22 de Fevereiro de 2017, a partir das 12hs, tanto online como nos pontos de venda.

Preços
Primeiro lote
Promocional (valor reduzido, por promoção, mediante doação de 1kg de alimento não-perecível, ou um agasalho) – R$ 105,00
Meia-entrada (50% de desconto para estudantes e idosos) – R$ 100,00 *
Inteira – R$ 200,00

Segundo lote
Promocional (valor reduzido, por promoção, mediante doação de 1kg de alimento não-perecível, ou um agasalho) – R$ 125,00
Meia-entrada (50% de desconto para estudantes e idosos) – R$ 120,00 *
Inteira – R$ 240,00

Terceiro lote
Promocional (valor reduzido, por promoção, mediante doação de 1kg de alimento não-perecíve,l ou um agasalho) – R$ 145,00
Meia-entrada (50% de desconto para estudantes e idosos) – R$ 140,00 *
Inteira – R$ 240,00
* Para o benefício da meia-entrada (50% de desconto no valor de inteira) é necessário apresentar a comprovação do benefício no dia do evento, ao acessar o local do show. Os documentos aceitos como válidos estão determinados no artigo 4º da Lei Estadual 14.612/14.

Obs.: Na compra de ingresso promocional, a entrega de 1kg de alimento não-perecível somente será necessária no ato da entrada na casa.

HotPass: R$ 40,00
*Quem adquirir o HotPass tem direito a entrar 30 minutos antes dos portões abrirem para o público geral. Por isso, pedimos que compareçam às 18h na entrada principal da casa de shows (sem necessidade de fila) para entrarem às 18:30 hs.
**A compra do HotPass só dá acesso ao evento mediante a apresentação do ingresso.

COMPRA ONLINE
Somente através da http://www.blueticket.com.br (em até 6x no cartão)

PONTOS DE VENDA
SEM taxa de conveniência:
Youcom – Bourbon Wallig, 3º piso. Fone: (51) 2118-1186

COM taxa de conveniência (R$5,00):
Youcom – Bourbon Ipiranga, 1º piso. Fone: (51) 3204-5210.
Youcom – Shopping Praia de Belas, 3º piso. Fone: (51) 3206-5530.
Youcom – Shopping Iguatemi
Youcom – Barra Shopping, térreo. Fone: (51) 3206-5423.
Youcom – Novo Hamburgo (Av. Nações Unidas, 2001, segundo piso), lojas 2086/2090 | Bairro Rio Branco.
Youcom – Shopping Canoas. Fone (51) 3415-5100
Mil Sons - Rua Coronel Vicente, 434 – Centro. Fone: 51 3226.3088
Mil Sons - Av. Alberto Bins, 366 – Centro. Fone: 51 3228.6619
Mil Sons - Av. Alberto Bins, 554 – Centro. Fone: 51 3224.3200..
*Será expressamente proibida a entrada portando câmeras fotográficas profissionais ou semi-profissionais, e filmadoras de qualquer tipo.
*A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.

Fonte: Ascom Freepass

E se Kurt Cobain ainda estivesse vivo?
segunda-feira, fevereiro 20, 2017


Kurt Cobain, frontman do Nirvana, faria 50 anos nesta segunda-feira (20). Sua trajetória foi interrompida de forma brusca quando ele tinha apenas 27 anos: em 5 de abril de 1994, ele se matou com um tiro de espingarda.

Percebo que não há, exatamente, uma boa vontade em reconhecer o legado de Kurt Cobain por parte do público fã de rock. Esse sentimento aumenta quando falo daqueles ligados a gêneros como o hard rock e o metal, considerados mais "tradicionais".

A rejeição é, de certa forma, natural. O Nirvana é creditado não só por ter capitaneado a explosão comercial do grunge, no início da década de 1990, como, também, por ter "matado" o segmento oitentista do hard rock e algumas ramificações do heavy metal. Já compactuei deste sentimento.

Contudo, tal atribuição é injusta. No mesmo ano em que "Nevermind" (1991) foi lançado, o "Black Album", do Metallica, fez um enorme sucesso, o Guns N' Roses seguiu sua trajetória de êxito com a turnê de "Use Your Illusion" e o Skid Row alçava voos ainda maiores com "Slave To The Grind". Em 1992, trabalhos lendários como "Vulgar Dispaly Of Power" (Pantera), "Countdown To Extinction" (Megadeth) e "Keep The Faith" (Bon Jovi) chegavam a público.



Kurt Cobain liderou um movimento que, como todos os outros existentes na música, foi cíclico. Os distintos excessos da década de 1980 foram substituídos por certo minimalismo nos anos 1990. É desonesto enxergar o grunge como algo alheio à música: o hard rock presente no som do Pearl Jam e do Soundgarden, as influências metal do Alice In Chains e a sonoridade punk a-la Stooges do Nirvana mostram que o segmento não surgiu do nada. E isto só citando as quatro bandas mais famosas.

Reflexões a parte, como seria se Kurt Cobain não tivesse decidido acabar com sua própria vida em 5 de abril de 1994? E se ele ainda estivesse vivo para completar o seu 50° aniversário?



Trata-se, obviamente, de exercício de imaginação. Não só porque substitui o que realmente aconteceu, mas também porque, mesmo se excluíssemos o fato de 5 de abril de 1994, é quase impossível imaginar em Kurt Cobain vivo em 2017. Ele teria cometido suicídio ou falecido sob outras circunstâncias nos anos seguintes.

Quem teve a oportunidade de ler um pouco sobre Kurt Cobain, sabe que o músico teve uma adolescência problemática. O problema teve início quando seus pais se divorciaram quando ele tinha apenas 9 anos. Na sequência, o futuro rockstar não soube lidar com suas novas "famílias": o pai se casou com outra mulher e teve um filho mais novo, de quem Kurt sentia ciúmes. Já a mãe começou a namorar um homem que abusava dela. A violência doméstica rolava na frente de Kurt.

A partir de sua adolescência, Kurt Cobain foi visto como um degenerado por onde passava. Não conseguiu se graduar no colégio e acabou expulso de casa por sua mãe. Chegou a morar debaixo de uma ponte.



O cenário estimulou a construção de um sujeito degenerado, com problemas psicológicos que nunca foram tratados - pelo contrário, foram potencializados com a fama. O vício em drogas e o comportamento errático se tornaram as marcas de Cobain até o fim de sua vida.

Ainda assim, como mero exercício de imaginação, vale imaginar o que teria acontecido se Kurt Cobain conseguisse sobreviver. Para que Cobain continuasse vivo, muitas coisas teriam que mudar, inclusive dentro dele próprio. O Kurt porra-louca já não poderia existir mais em determinado momento a partir da segunda metade da década de 1990.

Não dá para imaginar, por exemplo, o Nirvana com uma sobrevida sem o Kurt porra-louca. A sinceridade é o principal charme das músicas de Cobain, que nunca foi um instrumentista técnico ou um letrista de autorias complexas. Quando ele deixasse de ter experiências intensas para retratar em suas canções, o que restaria?



Há quem especule que ele poderia acabar brigado com Dave Grohl. Duvido muito, mas, sem dúvidas, Grohl não ficaria no Nirvana por muito tempo. O desejo de Dave em capitanear um projeto com suas próprias composições já era explícito desde os tempos ao lado de Kurt.

Por tudo isto, não imagino o Nirvana como um projeto duradouro a longo prazo, mesmo se Kurt Cobain ainda estivesse vivo. Creio que Kurt se envolveria com trabalhos de teor mais experimental. Basicamente, seria impulsionado por grupos que ele mesmo influenciou, como o Radiohead.



Sem o devido tratamento clínico, Kurt Cobain jamais seria capaz de aceitar o sucesso. Isto afetaria a sua produtividade e o tornaria, inevitavelmente, recluso. Turnês gigantescas e lançamentos pomposos não fariam parte da rotina de Cobain.

Ainda assim, creio que Kurt Cobain permaneceria como alguém relevante na música. Teria um destino próximo ao de Lou Reed em seus últimos anos. Mas deve-se considerar: é tudo exercício de imaginação. Definitivamente, Kurt não estaria vivo hoje se continuasse da forma em que se encontrava na década de 1990.



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Ouça "Nimble Bastard", nova música do Incubus
segunda-feira, fevereiro 20, 2017


O Incubus divulgou uma nova música, intitulada "Nimble Bastard". A faixa faz parte do próximo álbum da banda, "8", que será lançado ainda este ano.

Ouça:

Steven Adler propôs turnê de 30 anos de "Appetite..." ao Guns N' Roses
segunda-feira, fevereiro 20, 2017


Em entrevista a Mitch Lafon, o baterista Steven Adler revelou que propôs uma turnê comemorativa ao Guns N' Roses. A ideia dele é que fosse celebrado o 30° aniversário de lançamento do disco "Appetite For Destruction", de 1987.

"Perguntei a Slash se ele poderia falar com Axl sobre isso. Em julho, serão 30 anos de 'Appetite'. Pensei por que não fazer quatro ou cinco shows no Hollywood Bowl, tocar o disco na éntegra, além de 'Civil War' e algo como 'Patience'. Gravar e lançar aquilo. Se Axl estiver feliz, podemos fazer mais. Pensei que seria algo legal, mas é minha ideia. Se estivesse em minhas mãos, a história seria diferente", disse.

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O músico também disse que gostaria que a reunião contemplasse os cinco membros da formação clássica, incluindo o guitarrista Izzy Stradlin - além dele próprio, que tocou apenas algumas músicas em shows específicos como convidado. "Queria os cinco e o que Axl quer é o que será. Respeito isto. Estou feliz por ter feito parte de quando era divertido e empolgante. Foi mágico quando estivemos juntos, mesmo nosso pior show era ótimo", afirmou.

Ele completa: "Como eu disse, dividiria o palco com Frank (Ferrer), não ligo, desde que eu estivesse tocando minhas músicas. Mas se quiserem fazer nós cinco, estarei lá, pois amo esses caras. Estou orgulhoso do que fiz. Os cinco juntos deveriam tocar pelos fãs. Dar o que eles querem. Vivo uma vida confortável pelo amor que nós cinco temos pela música".

Michael Schenker diz que Rudolf "rouba" e "copia" tendências
segunda-feira, fevereiro 20, 2017


O guitarrista Michael Schenker voltou a criticar o irmão, Rudolf. Ele disse, em entrevista ao podcast "Music Mania", que o membro do Scorpions "rouba coisas" e "copia tudo o que faz sucesso".

"Eu tinha 23 anos quando o UFO chegou ao fim e abri as portas ao Scorpions, que tinham 30 anos de idade quando eu tinha 23. Então, Rudolf não consegue enganar a ninguém. Por que o irmão mais novo fez sucesso antes do mais velho?", disse.

Michael explicou que ensinou Rudolf a tocar guitarra e a compor. "Tudo o que fiz com Klaus (Meine, vocalista), ele copiou, fez por cima das minhas melodias. Ele queria ser um Michael Schenker, confundir as pessoas. E Michael Schenker estava fora de cena, curtindo, experimentando com a música", afirmou.

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O músico contou quando deixou de elogiar o irmão em entrevistas. "Nos últimos 30 anos, quando me perguntavam o que achava do sucesso do meu irmão, eu dizia, 'É, mais poder a ele. Se ele está feliz, estou feliz'. Então, um dia o escutei, na casa da minha mãe, dizendo, 'esta p*rra de corrida dos ratos' sobre esta situação. Então, sabia que ele não estava feliz, apesar do sucesso", disse.

Ele continua: "Ele faz o oposto do que eu: ele copia coisas e eu foco na arte da guitarra solo enquanto pura expressão própria. É o exato oposto. Rudolf olha o que é tendência e copia o que está fazendo sucesso. É isto. Deve ser uma vida entediante, mas acho que ele gosta disso. Mas, se ele vem ao meu quarto dizendo, 'p*rra de corrida dos ratos', talvez ele não esteja tão feliz".

Apesar de tudo o que disse, Michael se declarou "otimista" com relação às últimas décadas de vida de Rudolf. Ele afirmou que o irmão aprenderá que a "verdadeira felicidade" não vem do sucesso comercial e do ganho material.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

10 bandas que fizeram turnê de despedida, mas voltaram
sexta-feira, fevereiro 17, 2017


Quem nunca se arrependeu do que disse, que atire a primeira pedra. Mas em casos de grandes artistas, com forte exposição midiática, nem sempre é possível voltar atrás e ser compreendido.

As dez bandas listadas abaixo anunciaram que encerrariam suas atividades ou que não fariam mais turnês, mas voltaram atrás em suas decisões. Alguns grupos retornaram de forma natural, enquanto outros parecem ter forçado a barra.

Veja:

The Band

Pioneiros em não cumprirem o "adeus", a The Band anunciou, em 1976, que faria um show de despedida. "The Last Waltz" foi gravado em vídeo, com direção de Martin Scorsese, e é um dos grandes marcos da chamada "música audiovisual".

Um ano após o show, já havia um sinal de que o "adeus" não seria cumprido: a banda lançou o disco "Islands", com um misto de músicas autorais e covers. "The Last Waltz", por sua vez, só foi lançado em 1978.



Mas a decisão de se afastar das tours só foi quebrada, mesmo, em 1983, quando o grupo retomou os trabalhos sem o guitarrista Robbie Robertson. A Band continuou em atividade até 1999, quando morreu o baixista e vocalista Rick Danko.

The Who

A última turnê do The Who com o baterista Kenney Jones também seria a tour final da banda. Na ocasião, eles divulgavam o álbum "It's Hard" e excursionaram de setembro a dezembro de 1982, pela América do Norte, após fazerem dois shows de aquecimento na Inglaterra.

Em um primeiro momento, Pete Townshend disse que levaria a turnê para o Reino Unido. Contudo, logo os músicos mudaram de ideia e anunciaram que aquela tour pela América marcaria o fim da banda.



O The Who só ficou adormecido por três anos: o grupo se reuniu pela primeira vez em 1985 e contou com retornos esporádicos nos anos de 1988, 1989, 1990, 1991 e 1994, até que, em 1996, retomaram as atividades em definitivo.

Status Quo

Em 1984, o Status Quo deu início à turnê "End of the Road", com datas por toda a Europa. A ideia era que a banda continuasse a existir e lançar discos, mas sem mais tours.



Não foi o que aconteceu. Logo em 1985, voltaram a tocar ao vivo no Live Aid e, em abril de 1986, deram início à turnê "Quo's Back Tour".

Ozzy Osbourne

Mesmo após ter lançado um disco excelente - "No More Tears" - em 1991, Ozzy Osbourne decidiu se aposentar. O anúncio foi feito na primeira metade de 1992. Na época, Ozzy afirmou que estava cansado das turnês e da sua própria imagem de "trevoso".

Posteriormente, Ozzy revelou que também quis parar após ter sido diagnosticado com esclerose múltipla, no início daquele ano. No entanto, os médicos erraram na conclusão: na verdade, ele tinha a raríssima Síndrome de Parkin, um problema genético com sintomas semelhantes aos do Mal de Parkinson.



A turnê "No More Tours" foi feita, ainda em 1992, com shows pela América do Norte. Várias datas foram canceladas - a maior parte, porque Ozzy quebrou o tornozelo. A tour chegou ao fim em novembro do mesmo ano, mas não aguentou ficar mais do que três anos parado: em 1995, divulgou o disco "Ozzmosis" e voltou aos palcos.

- Veja também: Quando Ozzy Osbourne se aposentou, mas logo desistiu

Black Sabbath

Antes da aposentadoria das turnês sacramentada em 2017, o Black Sabbath já havia tentado se retirar dos palcos. Em 1999, o grupo anunciou que faria uma turnê de despedida, por América do Norte e Europa.



Não houve, exatamente, um anúncio: a empresária Sharon Osbourne promovia, com o consentimento do grupo, o show sob a alcunha "The Last Supper". Em um dos flyers, promete-se o último show nos Estados Unidos.


A ideia acabou não vingando. O Black Sabbath se "despediu", mas voltou em 2004, quando tocaram no Ozzfest. Um novo hiato ocorreu a partir de 2006 e só foi encerrado em 2011, com a reunião que teria Bill Ward.

KISS

O caso mais indiscreto dessa lista. Após duas turnês com a formação original reunida, o KISS anunciou que encerraria suas atividades, mas, antes, realizariam a "Farewell Tour". A excursão rodou pela América do Norte em 2000.



O contrato do baterista Peter Criss se encerrava após o último show de 2000, mas foram marcadas datas em 2001, na Ásia e na Austrália. Não foi possível renovar com Criss, então, Eric Singer assumiu o posto.



Em 2002, já sem Ace Frehley, mas com Peter Criss de volta, a banda anunciou que não se aposentaria. No ano seguinte, foi realizada a "World Domination Tour", com o guitarrista Tommy Thayer no posto de Ace Frehley.



O contrato de Peter Criss, novamente, não foi renovado e ele deixou o Kiss. Em 2004, o grupo voltou com Eric Singer, além de Tommy Thayer. Em entrevistas, os líderes e remanescentes, Paul Stanley e Gene Simmons, explicaram que não queriam encerrar a banda, apenas se "livrarem" de Ace Frehley e Peter Criss.

- Veja também: A reunião da formação original do KISS



Mr. Big

Após duas turnês com o guitarrista Richie Kotzen no lugar do original, Paul Gilbert, o Mr. Big anunciou que faria uma turnê de despedida, que rodou, especialmente, a Ásia. Foi o que o baixista Billy Sheehan topou, visto que ele já estava praticamente fora da banda na época - o músico pouco participou do disco "Actual Size" (2001).



Os shows foram feitos e um DVD, intitulado "Farewell Live In Japan", registrou a última apresentação, em Tóquio, Japão. Anos depois, em 2009, a banda reconsiderou a decisão e voltou com Paul Gilbert. Os músicos seguem na ativa, apesar de Pat Torpey estar com Mal de Parkinson. Ele ainda acompanha o grupo e toca percussão em algumas canções.

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Nine Inch Nails

Em 2009, Trent Reznor anunciou a "Wave Goodbye Tour", que colocaria fim na rotina de estrada do Nine Inch Nails. O nome do grupo não deixaria de ser usado, mas turnês não rolariam mais, segundo Reznor.

Ele chegou a alfinetar Gene Simmons, do Kiss, para justificar sua decisão. Disse que não queria acabar como o Demon, que, segundo ele, é um homem velho que se veste de palhaço para proporcionar entretenimento a crianças.



A "Wave Goodbye Tour" chegou ao fim em setembro de 2009, mas o Nine Inch Nails voltou aos palcos em 2013. A "Twenty Thirteen Tour" contou com mais de 100 apresentações entre 2013 e 2014.

Scorpions

Em 2010, o Scorpions anunciou que "Sting In The Tail" seria o último disco da banda. A turnê que o promoveria, na sequência, também seria a final da carreira do grupo.

A "Get Your Sting and Blackout World Tour" foi lançada e logo se tornou "Final Sting World Tour". Durou de 2010 a 2012 e passou por Europa, Ásia e Américas do Norte e Sul - inclusive, com duas passagens pelo Brasil, em 2010 e 2012.



Contudo, nenhuma das declarações se confirmou. Ao longo da própria turnê, a banda disse que havia reconsiderado a decisão e que seguiria excursionando futuramente. Um novo disco, intitulado "Return To Forever", chegou a público em 2015.

Judas Priest

Em 2011, o Judas Priest anunciou a "Epitaph World Tour". Seria a última turnê da banda, com início em 2011 e fim em 2012. A tour passou por Américas do Norte e Sul, Europa e Ásia.

Antes da turnê ter início, o guitarrista K.K. Downing anunciou sua saída. O jovem Richie Faulkner, à época com 31 anos, o substituiu.



A decisão de encerrar as atividades foi reconsiderada. O Judas Priest anunciou que continuaria, antes mesmo da turnê chegar ao fim, graças à energia que Faulkner teria dado à banda. O grupo voltou a excursionar em 2014, para promover o disco "Redeemer Of Souls".