sábado, 19 de agosto de 2017

Bonnie Tyler cantará 'Total Eclipse Of The Heart' durante eclipse solar
sábado, agosto 19, 2017


Bonnie Tyler fará algo curioso durante o eclipse solar anunciado para a próxima segunda-feira (21). A artista vai cantar seu maior sucesso, 'Total Eclipse Of The Heart', enquanto acontece o fenômeno no céu.

A informação foi revelada pela própria Bonnie Tyler, em entrevista à revista 'Time'. A cantora afirmou que a performance será realizada a bordo de um cruzeiro, chamado 'Oasis of the Sea', da Royal Caribbean.

"Vai ser muito emocionante! Afinal, isso não acontece com frequência, não é?", disse Bonnie Tyler à revista.

Maior hit de Bonnie Tyler, 'Total Eclipse Of The Heart' foi lançada no ano de 1983 e se tornou um dos grandes sucessos da música pop daquela década. A canção chegou ao topo das paradas dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá, entre outros países.

Curiosamente, a popularidade de 'Total Eclipse Of The Heart' sempre aumenta em datas próximas às de eclipses. Um relatório feito pelo Spotify mostra que a taxa de reprodução da música na plataforma de streaming aumentou em 75% antes do último fenômeno, ocorrido em março de 2016.



O eclipse solar de segunda-feira (21) bloqueará a passagem de luz em diversos países do Hemisfério Norte, em especial na América do Norte e Europa. No Brasil, o fenômeno ocorre de forma parcial, com visualização exclusiva nas regiões Norte e Nordeste.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

The Darkness lança novo clipe para "Solid Gold"; assista
sexta-feira, agosto 18, 2017


O The Darkness divulgou um videoclipe para uma nova música, intitulada "Solid Gold". A canção faz parte do próximo álbum da banda, "Pinewood Smile", que será lançado no dia 6 de outubro por meio do selo Cooking Vinyl.

Assista:

Robert Plant anuncia disco e lança nova música; ouça
sexta-feira, agosto 18, 2017


O vocalista Robert Plant anunciou que lançará um novo álbum de estúdio. "Carry Fire", 11° de sua discografia solo, chega a público em 13 de outubro.

O primeiro single de "Carry Fire" também foi divulgado por Robert Plant. Trata-se da música "The May Queen", que pode ser conferida no vídeo abaixo



Veja a capa e a tracklist:


Tracklist de "Carry Fire":

1. The May Queen
2. New World...
3. Season’s Song
4. Dance With You Tonight
5. Carving Up The World Again
6. A Way With Words
7. Carry Fire
8. Bones Of Saints
9. Keep It Hid
10. Bluebirds Over The Mountain
11. Heaven Sent

Apanhador Só suspende atividades após ex acusar músico de agressão
sexta-feira, agosto 18, 2017


A banda de rock alternativo Apanhador Só, de Porto Alegre (RS), anunciou a suspensão de suas atividades na última quinta-feira (17). O motivo foi uma acusação de agressão contra o guitarrista Felipe Zancanaro.

A acusação foi feita pela apresentadora Clara Corleone, na quarta-feira (16), por meio do Facebook. Em um longo relato, ela diz que foi agredida por Felipe Zancanaro - "tentou me segurar, não mediu força e quebrou meu dedo" -, além de ter revelado traições e violência psicológica.

Leia o relato na íntegra:



O grupo estava em meio à turnê de divulgação do seu álbum mais recente, "Meio que tudo é um". As apresentações agendadas para promover o disco foram canceladas.

"Lamentamos profundamente tudo o que aconteceu e está acontecendo. Diante dessa difícil situação, resolvemos suspender as atividades da banda por hora. Embora pesarosos, achamos que essa situação pode ser construtiva pra que siga se discutindo questões importantes sobre machismo - que estamos dispostos a rever e modificar cada vez mais em cada um de nós. Assim que for possível, nos pronunciaremos melhor sobre o assunto", diz a banda.

Veja:



Em seu perfil pessoal, Felipe Zancanaro pediu desculpas e disse ter sido fruto de uma formação machista. "Hoje, três anos depois do término da relação, num processo que desde então envolveu conversas com várias pessoas e muita reflexão, eu venho fazendo uso dessas drásticas experiências pra buscar não reproduzir mais esse tipo de comportamento. Tem sido uma luta diária e um exercício forte de auto-crítica", disse.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Anthrax e Accept anunciam shows no Brasil; um deles será em conjunto
quinta-feira, agosto 17, 2017


As bandas Anthrax e Accept anunciaram shows no Brasil. As apresentações acontecem em novembro deste ano - e uma delas, em São Paulo, vai unir os dois grupos.

Veja as datas do Anthrax:

- São Paulo - 9 de novembro, quinta-feira, no Tom Brasil (com Accept);
- Porto Alegre - 10 de novembro, sexta-feira, no Opinião.

Confira as datas do Accept:

- São Paulo - 9 de novembro, quinta-feira, no Tom Brasil (com Anthrax)
- Fortaleza - 10 de novembro, sexta-feira, na Barraca Biruta
- Rio de Janeiro - 11 de novembro, sábado, no Teatro Rival Petrobras
- Florianópolis - 12 de novembro, domingo, no Teatro CIC
- Curitiba - 14 de novembro, terça-feira, na Ópera de Arame
- Belo Horizonte - 15 de novembro, quarta-feira, no Music Hall

Mais informações no site da Free Pass: www.freepass.art.br.

Mark Tremonti considera rótulo pós-grunge como 'insulto'
quinta-feira, agosto 17, 2017


O guitarrista Mark Tremonti (Alter Bridge, ex-Creed) disse considerar o rótulo pós-grunge como "um insulto". A afirmação foi feita em recente entrevista ao G1.

"O rótulo pós-grunge sempre foi uma coisa meio depreciativa, para mim. Acho que, sempre que você ouve, é porque alguém está denegrindo uma banda", disse.

- Veja também: Como foi o fim do Creed e o início do Alter Bridge

Apesar de não gostar da rotulação, Mark Tremonti pareceu não se importar muito, por se tratar de uma situação do passado - o subgênero era atribuído ao Creed, banda que não existe mais. "Então, nunca cheguei a curtir o rótulo. Mas isso foi anos atrás", afirmou.

O Alter Bridge toca no Brasil em setembro deste ano. Além de um show no Rock In Rio, a banda passa por São Paulo e Curitiba.

Questões físicas tiraram Bill Ward da reunião do Black Sabbath
quinta-feira, agosto 17, 2017


O baterista Bill Ward não participou da reunião do Black Sabbath devido a questões físicas. Ao menos, é o que afirma o guitarrista Tony Iommi, em entrevista ao London's Regret Sounds (transcrição por Blabbermouth).

A declaração de Iommi reforça o que Ozzy Osbourne já havia dito, anteriormente, ao The Pulse Of Radio: Bill Ward não estava na melhor forma física para encarar uma extensa turnê. Graças a isso, e devido a histórico do baterista - que sofreu dois ataques cardíacos nas últimas duas décadas -, houve receio em contar com Ward.

Veja também:
Os instrumentos que Tony Iommi tocou nos discos do Black Sabbath
A entrevista que fez David Donato ser demitido do Black Sabbath

Inicialmente, Tony Iommi diz que gostaria de ter feito os últimos shows da turnê "The End" com Bill Ward. "Teria sido legal fazer os últimos shows com Bill, mas não aconteceu. E é besteira, porque foi por nada. Mesmo se fizéssemos somente alguns shows, seria legal", afirmou.

Em seguida, o músico explicou por que Bill Ward ficou de fora da reunião por completo. "Não acho que ele perceba o quanto teria sido difícil (a turnê) para ele. Trouxemos outro baterista apenas no caso de Bill dizer 'não posso fazer isso', por alguns dias ou algo do tipo. É arriscado sair e, depois, Bill dizer 'não posso tocar' e ter que cancelar com 70 mil pessoas. É muito difícil, e não é justo com os fãs, nem com ele", disse.

'Perdoei, mas não esqueci', diz Digão sobre saída de Rodolfo do Raimundos
quinta-feira, agosto 17, 2017


A saída do vocalista Rodolfo Abrantes da banda Raimundos, para se dedicar à carreira na música gospel, aconteceu em 2001 - ou seja, há mais de 15 anos. Ainda assim, parecem existir algumas feridas abertas com relação a isso.

Em entrevista ao programa 'Conversa com Roseann Kennedy', da TV Brasil, o guitarrista Digão, que assume os vocais da banda desde a saída Abrantes, voltou a falar sobre o assunto. Ele descreveu a situação como "um baque" para todos.

Segundo Digão, Rodolfo não permitiu que os demais integrantes do Raimundos estivessem prontos para sua saída. "Ele se preparou e não deixou que ninguém se preparasse. Isso que ficou ruim. A mágoa, graças a Deus eu perdoei, mas eu não esqueci", disse o músico.

O vocalista e guitarrista também negou que o uso de drogas tenha gerado problemas no grupo. "Nunca vi no Raimundos uma coisa de drogas pesadas como cocaína, o pessoal se acabando, virando noite por causa de cocaína. A gente fumava maconha. Não tenho nada contra quem fuma. Agora, em relação a drogas pesadas, eu tenho restrição, eu não curto", afirmou.

O músico disse, ainda, que deixou de usar maconha em 2003. "Eu parei de fumar maconha já tem 14 anos. Eu parei por opção minha até porque eu achei que era a minha hora de parar, até pelos meus filhos", revelou.

O que vem pela frente 

Atualmente, o Raimundos é formado por Digão nos vocais e guitarra, Canisso no baixo, Marquim na guitarra e Caio Cunha na bateria. O grupo trabalhou, recentemente, em um DVD intitulado 'Acústico', com novos arranjos para os clássicos da década de 1990.

"A gente nunca foi uma banda que correu atrás do estereótipo. O Raimundos sempre ditou a regra dele. E a gente tem um estilo, que é o lance do punk rock, do Ramones, do Toy Dolls, do Suicidal (Tendencies), daquela coisa pesada misturada com forró, com aquela pegada brasileira, com o jeito de cantar que é muito particular", disse Digão.

Segundo o músico, o grupo tem trilhado uma nova história, mas sem abrir mão do que foi feito anteriormente. "Eu amo tocar. Eu gosto muito do que eu faço. Eu não trabalho nenhum dia, todos os dias eu estou me divertindo", afirmou.

Mikkey Dee fala sobre 'desafio' de tocar com o Scorpions
quinta-feira, agosto 17, 2017


O baterista Mikkey Dee, ex-Motörhead, comentou, em entrevista ao podcast 'Talking Metal' (transcrição por Blabbermouth), sobre o desafio de tocar com o Scorpions. Ele se juntou à banda após ter substituído James Kottak de forma temporária. Dee foi aprovado e acabou ficando de forma permanente.

Sobre sua entrada para o Scorpions, Mikkey Dee destacou que a ideia era cumprir algumas datas no lugar de James Kottak. "Ele não estava bem naquele ponto e precisava de um tempo fora, imagino. Daí, os caras decidiram me manter. E eu não tinha nada rolando naquele ponto. Então, simplesmente encaixou", afirmou.

O músico admitiu que há dificuldade em tocar com o Scorpions, pois trata-se de uma banda que existe há cinco décadas. "Eles têm suas rotinas, jeito de trabalhar e tudo o mais, assim como eu. Ou encaixa, ou não, seja no âmbito pessoal ou musical. Mas tudo deu certo, eles gostaram do que ouviram, assim como eu", disse.

O fato de ter permanecido quase 25 anos com o Motörhead também foi algo a ser ponderado como "dificuldade" para Mikkey Dee assumir o novo projeto. "Após quase 25 anos com o Motörhead, tocando a mesma música e pensando naquela forma como baterista, foi um grande desafio para mim. Não foi fácil - e ainda não é. Esses caras são ótimos músicos e sabem o que querem, e eu preciso me ajustar ao mesmo tempo em que eles precisam me ajustar", afirmou.

Apesar disso, Mikkey Dee disse que a atual fase da banda tem sido elogiada. "O resultado é um ótimo show ao vivo. É bem amarrado e pesado. Ouvi observações como 'oh, de volta aos anos 70'. Estou dando meu melhor", pontuou.

- Veja também: 10 monstros do rock que não querem parar de trabalhar

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Elvis Presley não morreu? A teoria em torno do eterno Rei do Rock
quarta-feira, agosto 16, 2017


Elvis Presley morreu no dia 16 de agosto de 1977. Ou, ao menos, é o que diz a versão oficial. Existem muitas pessoas que, mesmo quatro décadas após a data do falecimento, acreditam que o Rei do Rock n' Roll ainda esteja vivo.

Diversas situações icônicas ou misteriosas giram em torno da morte de Elvis Presley. Ele morreu sentado na privada? Como ele faleceu devido a um colapso cardíaco se os seus hábitos não indicavam essa pré-disposição? Será que ele teria mesmo forjado tudo isso para desaparecer e fugir da fama?



No fim das contas, o que se sabe é que Elvis Presley morreu, sim, entre 10h e 14h do dia 16 de agosto de 1977. Ele tinha apenas 42 anos. A causa oficial do falecimento foi uma arritmia cardíaca, potencializada por ingestão de medicamentos (overdose).

A morte

A rotina de Elvis Presley era um tanto peculiar. Um dia antes de falecer, ele havia comparecido a uma consulta no dentista, por volta das 23h. Durante a madrugada do dia 16, ele jogou um pouco de tênis e tocou algumas músicas no piano. Foi dormir por volta das 4 horas da manhã.

Há registros de que Elvis se levantou às 10h para fazer uma leitura no banheiro - por isso, associa-se bastante a morte do astro à uma imagem onde ele aparece sentado na privada. O cantor foi encontrado, já sem vida, pela namorada Ginger Alden, às 14h. O que se fez até então, não se sabe.



O velório de Elvis Presley movimentou o mundo todo. Milhares de fãs compareceram a Memphis, no Tennessee, onde ele acabou sendo enterrado. O caixão chegou a ficar aberto e muitas pessoas viram Elvis sem vida. O enterro teve sua cerimônia reservada a pessoas próximas. Mesmo assim, há teorias de que ele não tenha falecido naquela data e tenha forjado toda a situação.

'Elvis não morreu'

Diversas pessoas imaginam que Elvis Presley tenha forjado sua morte porque seria uma espécie de refém de seu próprio sucesso. O artista não teria uma vida particular própria, devido ao excesso de trabalho no segmento musical.

Há, ainda, quem diga que Elvis tenha inventado toda a situação para sair por cima. Na início da década de 1970, o cantor estava em um bom momento técnico como artista, mas passava por problemas pessoais e de saúde.



A partir de meados de 1974, Elvis ganhou peso de forma considerável e passou a ser criticado pelas suas apresentações. Os discos lançados na década de 70, como um todo, não fizeram tanto sucesso como nos "velhos tempos" - o único destaque, de fato, foi a transmissão do show "Aloha From Hawaii", via satélite.

Na mente de diversos fãs, Elvis forjou tudo para que concluísse sua carreira sem abandoná-la de forma espontânea. A ideia, para muitos, era construir uma espécie de "mártir artístico".

Independente da causa, há, mesmo, quem acredite no slogan "Elvis não morreu" ("Elvis ain´t dead", em sua versão original).



As teorias sempre ganham força quando alguém supostamente parecido com Elvis Presley é visto em público. Mais recentemente, a imagem do cantor foi associada a um senhor, barbudo e acima do peso, de boné e jaqueta preta, que acompanhava uma cerimônia em memória do artista na antiga mansão dele, Graceland.


Jamais morrerá

Não dá para dizer que Elvis Presley esteja de todo morto. Trata-se de um dos artistas mais populares da história. O trabalho desenvolvido por ele ao longo de quase três décadas foi o suficiente para alçá-lo ao posto de "Rei do Rock n' Roll".



Não apenas musicalmente, mas esteticamente e em termos de comportamento, Elvis revolucionou. Quatro décadas após sua morte, Presley ainda é o artista solo de maior sucesso comercial e com maior número de "hits" nas paradas mundiais de todo o mundo. Apenas Michael Jackson teve impacto tão semelhante quanto ele. Recordista em vendas de discos, Elvis teve mais de 1 bilhão de álbuns comercializados em todo o mundo.

O legado de Elvis Presley permanece para todo o sempre. Por isso, não é tão fora da realidade pensar que ele não morreu.