terça-feira, 26 de setembro de 2017

Apoio da gravadora foi crucial no início do Guns N' Roses; entenda
terça-feira, setembro 26, 2017


O ex-empresário do Guns N' Roses, Alan Niven, comentou sobre a importância da gravadora Geffen Records e de seu mandatário, David Geffen, nos primórdios da banda. As afirmações foram feitas em entrevista a Mitch Lafon, com transcrição do Ultimate Guitar.

Niven destacou que David Geffen não tentava interferir no trabalho realizado e afirmou que ele estava disposto a gastar US$ 365 mil no álbum de estreia do Guns N' Roses, "Appetite For Destruction". "Fiquei preocupado, porque era um buraco enorme de royalties para preencher. Ao mesmo tempo, fiquei satisfeito por fazermos o disco", disse.

A preocupação de Alan Niven se deu, também, por se tratar de um valor enorme para um disco de estreia. "Qualquer outra gravadora teria cortado as despesas, uma vez que gastamos US$ 100 mil. Não acho que outro selo teria topado com tamanha despesa ou com a reputação que havia. A banda teria assustado muitas das outras gravadoras", afirmou.

O empresário também revelou que a Geffen estava disposta a investir em um segundo disco do Guns N' Roses. E o planejamento foi feito mesmo quando "Appetite For Destruction" ainda poderia ser considerado um fiasco comercial.

"Eddie Rosenblatt (CEO da Geffen), em dezembro de 1987, me levou para almoçar e disse que a gravadora queria um segundo disco. Na época, havíamos vendido 250 mil cópias e o selo entendia que já havia recuperado o dinheiro, então, era hora de um segundo álbum. Eu disse: 'Eddie, vendemos 1/4 de milhão em 6 meses sem tocar nas rádios ou na MTV. Você pode imaginar onde chegaríamos com a ajuda delas?'", contou Niven.

Tanto Niven quanto Tom Zutaut (executivo da Geffen) queriam que o segundo disco fosse gravado só no ano seguinte, enquanto tentavam uma brecha na MTV. E continuaram trabalhando (e atrasando o prazo proposto por Rosenblatt) até que, enfim, conseguiram inserir "Welcome To The Jungle" na programação da emissora. O resto é história.

- Leia também: Empresário conta como o Guns N' Roses bagunçou a MTV em 1988

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Lita Ford topa reunião das Runaways se Joan Jett também aceitar
segunda-feira, setembro 25, 2017


A vocalista e guitarrista Lita Ford afirmou aceitar uma reunião das Runaways caso também esteja nos planos da também cantora e guitarrista Joan Jett. A revelação foi feita em entrevista ao Guitars Exchange, onde Ford também disse que um retorno já foi planejado, mas não deu certo, graças ao desinteresse de Jett.

"Cherie (Currie, vocalista) e eu tentamos nos juntar Joan (Jett) para trabalhar juntas. Jantamos juntas, ligamos para ela e enviamos e-mails, mas nunca tivemos uma resposta", afirmou.

Lita destacou que, aparentemente, o empresário de Joan nunca quis que ela se reunisse com as Runaways. Questionada se faria uma reunião caso Jett topasse, Ford disse: "No mesmo instante. Adoraria fazer isso. Sentimos falta de Joan".

- Veja também: 25 bandas que ainda precisam ser nomeadas ao Rock And Roll Hall Of Fame

O que Tico Torres pensa sobre Richie Sambora ter deixado o Bon Jovi?
segunda-feira, setembro 25, 2017


Em entrevista ao G1, o baterista Tico Torres comentou sobre a sua ausência no show realizado pelo Bon Jovi no Rock In Rio de 2013. Ele também opinou com relação à saída do guitarrista Richie Sambora, que é substituído por Phil X desde o ano em questão.

Tico Torres contou que teve um problema na vesícula antes do show no Rock in Rio. Dez dias antes, ele teve que operou o apêndice. "Fiquei arrasado, odiei. Meu apêndice tinha se rompido na Cidade do México. Depois da passagem de som, eu fui para o meu quarto, e começou. A dor era insuportável. Eram 5 da manhã e me levaram para o hospital. E aí, por incrível que pareça, uma semana depois eu tive outro problema na vesícula. Fiz duas cirurgias em 10 dias. Não fiquei nada feliz de não ir para o Brasil", disse.

O músico, que foi substituído por Rich Scannella, afirmou ter conferido alguns vídeos do show pela internet. "Por sorte, o baterista substituto era um amigo que já tocou como Jon, então ele sabia muitas músicas. E ainda bem que conseguiram fazer o show, porque tinha muita gente. Mas foi estranho ver a banda com outra pessoa tocando", afirmou, aos risos.

Com relação a Richie Sambora, Tico Torres foi questionado sobre um possível retorno do guitarrista, já que Jon Bon Jovi e ele voltaram a se falar. Ao ser perguntado, Tico se esquivou. "Eu não sei, para ser honesto. Não tenho ideia. Mas a questão não é essa. Nós continuamos como banda. Estamos firmes. Fizemos esse disco sem o Richie. É ok as pessoas saírem", disse.

O entrevistador relembrou que, ao conversar com Richie Sambora anteriormente, o guitarrista havia dito que não estava feliz na banda e que não achava os discos recentes tão bons quanto os anteriores. Tico comentou: "Eu não sei o que ele pensava. As pessoas têm que seguir seus corações. Se eles sentem que é hora de fazer suas próprias coisas... Pense num time de futebol. Você pode ter muita gente boa no campo, mas se não trabalharem como um time, não vai funcionar. Mas não, eu não sei se vi isso acontecer. Não sei se algum de nós viu. Só aconteceu".

Clique e ouça a voz de Jon Bon Jovi isolada nas músicas do Bon Jovi

Fã de Guns N' Roses sacaneia repórter do Multishow ao vivo; assista
segunda-feira, setembro 25, 2017


Um fã de Guns N' Roses sacaneou o repórter Bruno de Luca durante a transmissão do Rock In Rio feita pelo Multishow. A "trollagem" rolou no último sábado (23), no dia em que a banda em questão se apresentaria no festival.

Durante uma breve entrevista, Bruno de Luca pediu para que o fã cantasse um trecho de uma música do Guns N' Roses. O homem, então, entoou o refrão de "What's Up", do 4 Non Blondes. Luca constatou que não se tratava de uma música de Axl Rose e companhia, quando, ao fim do refrão, o entrevistado soltou algumas palavras impublicáveis na melodia da canção.

Veja:

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domingo, 24 de setembro de 2017

'A Tout Le Monde', do Megadeth, foi inspirada nos Beatles
domingo, setembro 24, 2017


O líder do Megadeth, Dave Mustaine, comentou sobre a inspiração para a criação do clássico "A Tout Le Monde". Em entrevista ao site NHL Canadiens, o músico revelou que o refrão da música, em especial, tem inspiração no sucesso "Michelle", dos Beatles.

"Há uma história interessante sobre como o refrão veio. Gostava de uma música dos Beatles, 'Michelle', a achava bonita. Sempre pensei em falar francês, em função do meu sobrenome, de origem francesa. Comecei a sair com uma garota que falava francês, então eu comecei a aprender um pouco. Eventualmente, a ideia veio", afirmou.

A base para a letra do refrão de "A Tout Le Monde" tem origem de um sonho. "Tive um sonho com minha mãe logo após ela ter falecido. Tive uma aparição e a única coisa que ela deveria ter feito era voltar e me visitar, mas ela só podia dizer uma coisa: 'eu te amo'. Isso foi interessante para mim e a música é sobre isso, dizer aos amigos que eu os amo", disse.

sábado, 23 de setembro de 2017

Joe Elliott comenta a dificuldade em se fazer 'Hysteria', do Def Leppard
sábado, setembro 23, 2017


Em entrevista ao G1, o vocalista Joe Elliott relembrou a dificuldade no processo de gravação de "Hysteria", álbum mais vendido da carreira do Def Leppard. O trabalho começou a ser feito em fevereiro de 1984 e só foi concluído em janeiro de 1987, sendo lançado em agosto do ano em questão.

"Não foi um disco fácil de se fazer, sabe? Obviamente, o nosso maior obstáculo foi o fato de Rick Allen ter perdido o braço dele quando ainda estávamos começando a gravar. Ele ficou fora por um tempo, mas voltou em 1985, e começamos a fazer o disco como se pode ouvir hoje", contou Joe Elliott.

Os músicos sentiram a ausência de alguma liderança para guiar o processo de produção. "Precisávamos de orientação. Estávamos meio que sem liderança, sabe? Não tínhamos um mentor, produtor, amigo nas sessões (de gravação). Realmente não conhecíamos muito bem as coisas no estúdio. Sabemos disso hoje, mas ainda estávamos aprendendo em 1984, 1985", disse o cantor.

A situação melhorou quando o produtor Robert John "Mutt" Lange, que havia trabalhado no antecessor "Pyromania" (1983), topou retomar a sua função após uma experiência malfadada com Jim Steinman. "Uma vez que Mutt apareceu, ele nos deu a direção de que precisávamos e a confiança de que precisávamos para fazer esse disco do jeito que ele se tornou", afirmou.

Depois de lançado, "Hysteria" tornou-se o maior sucesso da carreira do Def Leppard. Estima-se que 25 milhões de cópias do álbum tenham sido vendidas desde então. "É um disco muito popular, o que mais vendeu de todos os que fizemos. Jamais fizemos um disco que vendeu tantas cópias. Está tão impregnado no DNA das pessoas, nada mais poderia realmente chegar à altura dele, sabe? Passamos um longo tempo tentando fazê-lo para que ficasse diferente de tudo que já tínhamos feito. Foi um processo demorado e difícil, mas que nos deixou extremamente orgulhosos", disse.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Steven Tyler canta 'Imagine' com músico de rua no Rio; assista
sexta-feira, setembro 22, 2017


Steven Tyler é, sem dúvidas, um sujeito carismático. Além de ter aproveitado o Rio de Janeiro para fazer compras em um shopping e dar uma volta de bicicleta na região de Ipanema, o vocalista do Aerosmith cantou com dois músicos de rua em ocasiões distintas nos últimos dias.

Na primeira situação, ele cantou a música 'Thinking Out Loud', do Ed Sheeran, ao lado de um violoncelista que se apresentava em uma esquina de um shopping no Leblon. O músico em questão se chama Abner Tofanelli e foi de Rio Preto (SP) até o Rio, justamente, para ver o Aerosmith, que tocou no Rock in Rio na última quinta-feira (21).

Em outra ocasião, Steven Tyler deu uma "palhinha" do clássico 'Imagine', de John Lennon, ao lado de outro músico de rua. A performance inusitada, que durou por alguns breves segundos, ocorreu com Congo Amani Kush, no Arpoador.

A apresentação improvisada no Arpoador chegou a ser filmada. Assista:



O Aerosmith ainda tem duas datas para cumprir no Brasil. A banda toca no festival São Paulo Trip, em São Paulo, no próximo domingo (24). Na quarta-feira (27), é a vez de Curitiba ver o grupo ao vivo.

Quando o Black Sabbatou sacaneou ocultistas de modo inusitado
sexta-feira, setembro 22, 2017


Em entrevista à Metal Hammer, o guitarrista Tony Iommi relembrou uma história inusitada relacionada ao Black Sabbath. No auge da popularidade da banda, os músicos sacanearam, de forma inusitada, alguns ocultistas que pensavam que eles eram adeptos à feitiçaria.

Inicialmente, Iommi relembrou como era a situação do Black Sabbath no começo dos anos 1970. "Tínhamos feiticeiras, ocultistas e afins se aproximando de nós. Ficou preocupante, especialmente na América, porque pegavam pesado nessas coisas. As igrejas começaram a ficar contra nós, a coisa ficou cabeluda. Tentaram nos banir de diversas formas", afirmou.

Então, o guitarrista comentou sobre uma situação específica. "Três feiticeiras foram ao show e viram que tínhamos três cruzes que não estavam invertidas, então, elas saíram (risos). Outros ocultistas estavam no nosso hotel. Quando voltamos do show, um grupo estava de frente às portas dos nossos quartos, cantando com velas acesas", disse.

Daí, veio a ideia de sacanear os ocultistas. "Pensamos: 'que p*rra é essa?'. Passamos por cima, entramos nos quartos e as pessoas ainda estavam lá. Pensamos no que fazer, pois não tínhamos seguranças naquela época. Então, saímos de lá um minuto depois, abrimos as portas, sopramos as velas e cantamos 'Parabéns a você' para eles! Assim que fizemos isso, eles saíram imediatamente", afirmou.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Def Leppard sequer cogitou dispensar Rick Allen após acidente
quinta-feira, setembro 21, 2017


O vocalista Joe Elliot disse, em entrevista ao G1, que ninguém do Def Leppard cogitou dispensar o baterista Rick Allen após seu acidente de carro, em 31 de dezembro de 1984. Na ocasião, o braço esquerdo do músico precisou ser amputado - foram precisos quase dois anos para que ele se recuperasse e uma versão própria fosse desenvolvida, para que, enfim, voltasse a tocar.

Conforme dito por Joe Elliot, o Def Leppard, ao ter sido formado, "não era uma iniciativa de business, não convocamos anúncios em revistas para audição de músicos ou fizemos audição como se vê hoje em dia em reality shows na TV". "Nós éramos só quatro garotos: eu, Pete Willis, Tony Kenning e Rick Savage. Nós nos juntamos apenas por diversão, para ver se poderíamos ser uma banda", afirmou.

- Veja também: Não foi acidente que fez show do Def Leppard no Rock In Rio 1985 ser cancelado

Elliot, então, cita que Steve Clark e Rick Allen se juntaram à banda. "E nos tornamos cinco caras [Kenning saiu logo no começo] meio que fazendo um som e se divertindo. E virar uma banda, talvez uma banda de verdade, conseguir um contrato para um disco, gravar, vender discos e fazer turnê - e isso aconteceu!", disse.

Como havia uma amizade por trás, os músicos não consideraram dispensar Rick Allen. "Quando Rick perdeu o braço, isso não significava que ele estava fora da banda. Porque, em primeiro lugar, nós éramos amigos; e, depois disso, músicos. Então, nós queríamos fazer de tudo para garantir que ele ficasse bem. Depois, veríamos aonde ir", afirmou.

No caso, Allen só sairia devido a uma limitação sentida por ele próprio. "Se ele virasse e nos dissesse 'não consigo mais tocar bateria', nós teríamos aceitado e procuraríamos um baterista diferente. Mas ele disse: 'Eu consigo, se vocês me derem a oportunidade de fazer isso'", disse.

Joe Perry pode tocar com Alice Cooper no Rock In Rio se convidado
quinta-feira, setembro 21, 2017


O guitarrista Joe Perry disse, em entrevista ao G1, que pode fazer uma participação especial no show de Alice Cooper no Rock In Rio, nesta quinta-feira (21), caso seja convidado. A banda de Perry, o Aerosmith, também se apresentará no festival.

Joe Perry e Alice Cooper têm uma banda juntos, o Hollywood Vampires - que, inclusive, se apresentou no Rock In Rio de 2015. Ao ser questionado sobre uma possível participação, Perry disse: "Nunca se sabe".

"Nos anos 70, era mais comum uns subirem no palco dos outros, do nada. O verdadeiro espírito do rock n' roll era aquilo. Todas as bandas tinham um sentimento de "somos nós contra o resto do mundo e estamos criando uma coisa nova". A gente ligava os amplificadores e nem sabia quais músicas iria tocar. Eu ainda tento manter isso comigo e às vezes boto em prática", afirmou.

Em seguida, Perry destacou que pode tocar caso receba o devido convite. "Uns anos atrás, estava em Chicago, e o Jane's Addiction ia tocar no Lollapalooza para 60 mil pessoas. 'Quais os acordes?'. Subi e toquei. Na noite seguinte, Jimmy Buffett ia tocar... me pediu para tocar. Fui lá e toquei. Nunca se sabe. Se convidar, eu vou. Em Barcelona, neste ano, Alice Cooper estava tocando... Ele me chamou para tocar 'School's Out'. Claro que eu fui. É divertido pra mim e pros fãs", disse.