segunda-feira, 21 de maio de 2018

Com membros do Metallica, A7X e mais, Ghost lança clipe de 'Dance Macabre'
segunda-feira, maio 21, 2018


O Ghost divulgou, na noite de sexta-feira (18), um videoclipe para a música "Dance Macabre". A faixa foi lançada como single do disco "Prequelle", que chega a público no próximo dia 1° de junho.

As cenas do vídeo de "Dance Macabre" haviam sido divulgadas anteriormente, na quinta-feira (17), pelo perfil do Ghost no Instagram, em qualidade reduzida. O clipe mostra reações de nomes como Kirk Hammett (Metallica), Charlie Benante (Anthrax), M. Shadows (Avenged Sevenfold), Phil Anselmo (Pantera), Chino Moreno (Deftones) e Chris Jericho (Fozzy), entre outros.

Assista:



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Daron Malakian se orgulha pelo System Of A Down debater genocídio armênio
segunda-feira, maio 21, 2018


Em entrevista concedida a Stepan Partamian pela TV (transcrição via Blabbermouth), o guitarrista Daron Malakian falou sobre a abordagem do genocídio armênio em suas composições. Sua música mais recente, "Lives" - lançada com o Scars On Broadway -, aborda a temática, assim como diversas outras do System Of A Down.

"Sempre ouvimos sobre como fomos mortos. Nós vemos fotos de nossos ancestrais com suas cabeças empilhadas. O System sempre falou do genocídio em suas músicas, mas eu queria ter outra abordagem e celebrar as pessoas que sobreviveram e as contribuições dos armênios desde então", afirmou ele, inicialmente, sobre a música "Lives".

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Em seguida, ao ser perguntado sobre a linguagem "questionável" de algumas músicas do System Of A Down, Daron respondeu: "Às vezes, as letras que faço mostram como eu falo". "Quando falo, às vezes, eu xingo e, às vezes, se você está cantando sobre algo que te frustra, as letras passagem a mensagem e a frustração deve ser mais honesta. Eu não me censuro", completou.

Após falar sobre "censurar-se", Daron Malakian disse ter orgulho de nunca ter "regulado" a temática de suas letras, especialmente porque abordar o genocídio armênio nas letras do System Of A Down não era algo tão admirado pela gravadora que assinou com a banda. "Não há nada que eu diga que eu não acredite fielmente. Por exemplo, quando o System surgiu, nossa gravadora, Sony/Columbia, não estava procurando por uma banda para falar sobre o genocídio armênio. Não acho que isso estava na lista de prioridades deles ao contratar uma banda. Mas fizemos isso. Nunca deixamos que ninguém nos censurasse. Nunca deixamos alguém dizer o que poderíamos ou não falar e ainda é assim que eu componho e converso", disse.

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'Nunca fiz aulas de bateria', conta Bill Ward, do Black Sabbath
segunda-feira, maio 21, 2018


O baterista Bill Ward falou, em entrevista à Rhythm Magazine, sobre as suas origens na música. O ex-integrante do Black Sabbath contou que nunca fez aulas para aprender a tocar seu instrumento e que seu conhecimento veio a partir de observação e prática.

"Eu sou autodidata. Nunca fiz aulas. Mas eu estava próximo de muitos bateristas. Mesmo quando ainda estava na escola, íamos para os pubs em Birmingham e eu observava todos os bateristas. Via Jim Capaldi com o Deep Feeling e me sentava no palco, ao lado de Jim, para observá-lo. Quando Clive Bunker tocava com o Jethro Tull, eu me aconchegava bem ali ao lado do palco e assistia Clive", afirmou.

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Ward comentou, ainda, sobre uma pequena comunidade de bateristas que existia em West Midlands, na Inglaterra. "Todos nós nos reuníamos na loja de Micky Evans. Havia uns sete ou oito bateristas que ficavam por lá, tocavam e mostravam o que havia aprendido", disse.

Por vezes, uma ilustre presença também dava o ar da graça nos eventos em questão. "(O baterista do Led Zeppelin, John) Bonham aparecia e mostrava algo, com seu jeito sereno, fazendo seus tercetos no bumbo. Ele falava sobre Buddy (Rich) também. Todos falávamos. Havia camaradagem, mesmo que estivéssemos sempre longe, trabalhando", afirmou.

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Guns N' Roses lança clipe inédito de 'It's So Easy'; assista
segunda-feira, maio 21, 2018


O Guns N' Roses lançou, nesta segunda-feira (21), uma versão inédita do clipe de "It's So Easy". O vídeo foi captado durante um show no Cathouse, em Los Angeles, no ano de 1989, mas nunca foi finalizado. Versões alternativas do videoclipe têm circulado entre fãs desde então.

O clipe de "It's So Easy" foi lançado somente na Apple Music e pode ser conferido neste link (clique aqui) - onde há, ainda, uma prévia para não-assinantes do serviço.

O vídeo em questão fará parte do box set "Locked N' Loaded", que apresenta material raro relacionado ao primeiro álbum da banda, "Appetite For Destruction" (1987). Veja, a seguir, em quais versões o box será lançado e qual o material presente em sua edição completa.

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- CD simples remasterizado (US$ 13,98, cerca de R$ 50);
- CD duplo remasterizado (US$ 19,98, cerca de R$ 70);
- LP duplo de 180 gramas (US$ 35,98, cerca de R$ 123);
- Box set super deluxe edition (US$ 179, cerca de R$ 630);
- Box set versão completa (US$ 999, cerca de R$ 3,5 mil).

CD 1 – APPETITE FOR DESTRUCTION: REMASTERED

Welcome To The Jungle
It's So Easy
Nightrain
Out Ta Get Me
Mr. Brownstone
Paradise City
My Michelle
Think About You
Sweet Child O' Mine
You're Crazy
Anything Goes
Rocket Queen

Produced by Mike Clink
Mixed by Steve Thompson and Michael Barbiero

CD 2 – B-SIDES N' EPS: REMASTERED

Reckless Life
Nice Boys
Move To The City (Live)
Mama Kin
Shadow Of Your Love (Live)
You're Crazy (Acoustic Version)
Patience
Used To Love Her
You're Crazy
It's So Easy (Live)
Knockin' On Heaven's Door (Live)
Whole Lotta Rosie (Live)

CD 3 – 1986 SOUND CITY SESSION

All Previously Unreleased

Welcome To The Jungle (1986 Sound City Session)
Nightrain (1986 Sound City Session)
Out Ta Get Me (1986 Sound City Session)
Paradise City (1986 Sound City Session)
My Michelle (1986 Sound City Session)
Think About You (1986 Sound City Session)
You're Crazy (1986 Sound City Session)
Anything Goes (1986 Sound City Session)
Rocket Queen (1986 Sound City Session)
Shadow Of Your Love (1986 Sound City Session)
Heartbreak Hotel (1986 Sound City Session)
Jumpin' Jack Flash (1986 Sound City Session)

CD 4 – 1986 SOUND CITY SESSION N' MORE

All Previously Unreleased

Shadow Of Your Love
Move To The City (1986 Sound City Session)
Ain't Goin' Down No More (Instrumental Version – 1986 Sound City Session)
The Plague (1986 Sound City Session)
Nice Boys (1986 Sound City Session)
Back Off Bitch (1986 Sound City Session)
Reckless Life (1986 Sound City Session)
Mama Kin (1986 Sound City Session)
New Work Tune (1986 Sound City Session)
November Rain (Piano Version – 1986 Sound City Session))
Move To The City (Acoustic Version – 1986 Sound City Session)
You're Crazy (Acoustic Version – 1986 Sound City Session)
November Rain (Acoustic Version – 1986 Sound City Session)
Jumpin' Jack Flash (Acoustic Version – 1986 Sound City Session)
Move To The City (1988 Acoustic Version)

DISC 5 – BLU-RAY AUDIO

96kHz 24-bit 5.1 Surround Sound and Remastered Stereo
5.1 Surround Sound mixed by *Elliot Scheiner and **Frank Filipetti
All Previously Unreleased

APPETITE FOR DESTRUCTION*

Welcome To The Jungle
It's So Easy
Nightrain
Out Ta Get Me
Mr. Brownstone
Paradise City
My Michelle
Think About You
Sweet Child O' Mine
You're Crazy
Anything Goes
Rocket Queen

Produced by Mike Clink
Stereo mixed by Steve Thompson and Michael Barbiero

BONUS TRACKS

Shadow Of Your Love**
Patience*
Used To Love Her**
You're Crazy**
Move To The City (1988 Acoustic Version)**

MUSIC VIDEOS*

Welcome To The Jungle
Sweet Child O'Mine
Paradise City
Patience
It's So Easy – BRAND NEW VIDEO FROM 1989

Veja, abaixo, todo o material presente na versão mais luxuosa de "Appetite For Destruction: Locked N' Loaded" (via Whiplash.Net).

- 4 CDs com um total de 73 faixas, incluindo 49 não lançadas;
- 1 Blu-Ray audio disc com 5.1 surround sound mixes;
- 7 LPs de 12 polegadas em vinil 180 gramas, que contém: o álbum original expandido em dois LPs; versão do álbum remasterizada a partir das gravações analógicas; LP de b-sides e EPs; EP 'Live Like a Suicide'; 3 LPs com Sound City Session e 25 faixas não lançadas da sessão de 1986; e 2 faixas não lançadas das 'Mike Clink Sessions';
- 7 singles de 7 polegadas em vinil amarelo;
- 1 caixa de couro em alto relevo;
- 1 cruz 3D feita a mão;
- 1 livro de 96 páginas com fotos inéditas do arquivo pessoal de Axl Rose (Super deluxe edition);
- 12 ilustrações para cada faixa do Appetite for Destruction;
- 1 tapete para toca-discos;
- 6 réplicas de flyers de shows da época;
- 1 flyer de convite para a gravação do vídeo de 'Welcome to the Jungle';
- 1 pano de micro-fibra para limpar vinis;
- 6 patches para serem aplicados a quente;
- 5 palhetas de guitarra de metal;
- 3 réplica de ingressos da época;
- 5 pins de lapela com as caveiras;
- 2 moedas colecionáveis de 2 polegadas;
- 5 buttons;
- 1 adaptador para vinis de 7 polegadas;
- 5 anéis de metal da banda;
- 1 pendrive USB;
- 5 fotos da banda inéditas;
- 6 tatuagens temporárias;
- 1 litogravura de Robert Williams;
- 2 posters de parede;
- 1 bandana personalizada com tinta prateada;
- 1 réplica de cartaz de show de 85'/86' com certificado de autenticidade.

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Dizzy Reed, do Guns N' Roses, diz que nem o McDonald's o empregaria
segunda-feira, maio 21, 2018


O tecladista Dizzy Reed disse, em entrevista ao Metal-Heads.de (via Blabbermouth), que não se imagina fazendo outra coisa a não ser tocar em uma banda de rock. O músico afirmou pensar que não conseguiria emprego "nem mesmo no McDonald's".

O assunto começou quando Dizzy Reed foi questionado sobre a inspiração da música "Rock N' Roll Ain't Easy", que dá o título de seu álbum solo, lançado no início deste ano. "Passo muito tempo lembrando que a vida poderia ser muito mais difícil. Eu poderia estar fazendo algo que eu não gostaria. Tenho muita sorte de poder ganhar a vida tocando rock. Não é tão fácil quanto parece. Não é tudo brilho e glamour", disse ele, inicialmente

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Reed comentou que começou a tocar rock porque não queria trabalhar. "Não queria ter um emprego das 9h às 17h. E percebi em algum momento que tudo o que faço é trabalho. Se você quer ter ocupação e seguir relevante, precisa trabalhar duro", afirmou.

Em seguida, o tecladista falou que não saberia o que fazer da vida se a carreira musical não desse certo. "Houve muitas vezes quando, especialmente nesse ponto da minha vida, que eu pensava por que eu ainda estava fazendo isso sem nada aparecer, sem nada para se apoiar. Se eu fosse agora ao McDonald's procurar emprego, não me contratariam. O que eu faria?", disse.

Dizzy reforça que passou por dificuldades em sua vida - no começo, tinha que pensar até mesmo no local onde iria tomar banho, comer e dormir. "Isso seguiu por anos. E quando escrevi aquela música ('Rock N' Roll Ain't Easy'), pensei ter concluído um ciclo. Meu primeiro casamento acabou e minhas coisas estavam no caminhão. Estava em um apartamento com uma garota que se tornou minha esposa agora. E eu estava tocando guitarra e algo começou a vir. Estava chovendo e eu não sabia o que eu iria fazer. Mas muito disso também é irônico. Se você me conhece, sabe que não sou tão sério. Mas acho que as pessoas vão entender", afirmou.

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domingo, 20 de maio de 2018

'Flesh & Blood' é, mesmo, o melhor disco do Whitesnake? Joel Hoekstra comenta
domingo, maio 20, 2018


O vocalista David Coverdale havia chamado a atenção ao ter dito anteriormente, em entrevista ao jornalista Eddie Trunk, que o novo álbum do Whitesnake, "Flesh & Blood", é o melhor da história da banda. "Sei que é clichê, mas sei do que estou falando. Devo fazer isso após quase 50 anos", disse Coverdale, na ocasião.

Entretanto, será mesmo que "Flesh & Blood" tem força para se tornar o melhor disco da história do Whitesnake? Em entrevista ao podcast "Ouch You're On My Hair" (transcrição via Blabbermouth), o guitarrista Joel Hoekstra preferiu adotar uma visão mais sóbria com relação ao novo material.

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"Honestamente, eu estaria louco em dizer algo assim, porque é o primeiro álbum de inéditas que eu fiz com a banda. Ei, cara, estamos apenas tentando fazer o melhor disco que pudermos", disse Hoekstra.

O guitarrista afirmou, ainda, que entende a empolgação de David Coverdale. "Sei que David está realmente entusiasmado com isso. Acho ótimo que o entusiasmo dele é forte. Mas não quero agir assim para que todos se desapontem caso tenham um disco que gostem mais do que esse", disse ele.

Por fim, Joel Hoekstra jogou a "peteca" para as mãos de David Coverdale. "Muito disso virá de quais músicas David escolher, pois gravamos, acho, 18 músicas. Mesmo com faixas bônus, provavelmente teremos apenas 13 ou 14 músicas lançadas", afirmou.

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Keith Richards já puxou faca após se irritar com Donald Trump
domingo, maio 20, 2018


O guitarrista Keith Richards, dos Rolling Stones, chegou a puxar uma faca para agredir Donald Trump, empresário que hoje é presidente dos Estados Unidos. A situação, ocorrida no fim da década de 1980, foi narrada por Richards em entrevista à BBC.

A história já foi contada, anteriormente, pelo promotor de eventos Michael Cohl. Na ocasião, durante a turnê que divulgava o disco "Steel Wheels", Cohl tentava marcar um show para os Rolling Stones em Atlantic City, onde, segundo ele, "as pessoas ainda não gostavam de rock". Donald Trump foi trazido para ajudar a promover a apresentação, mas tudo correu de forma inesperada.

- 'As drogas estão muito fracas hoje em dia', diz Keith Richards

Conforme revelado por Keith Richards, o show estava sendo promovido como: "Donald Trump apresenta os Rolling Stones". O nome do empresário estava maior que a própria logomarca da banda. Isso deixou o grupo bastante irritado - especialmente Richards, que quis tirar satisfação.

"Eu peguei a minha lâmina de confiança, enfiei na mesa e disse (a Michael Cohl): 'você tem que se livrar desse cara'. Agora, a América precisa que se livrar dele. Não diga que eu não avisei!", afirmou.

Richards não é o primeiro integrante dos Rolling Stones a falar sobre Donald Trump. Em entrevista anterior, o vocalista Mick Jagger ironizou o fato de Trump ter usado a música "You Can't Always Get What You Want" durante sua campanha presidencial.

"É uma música divertida para se tocar, uma balada sonolenta sobre drogas em Chelsea. É meio estranho. Ele não poderia ser persuadido a usar outra coisa", disse Jagger, na época.

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sábado, 19 de maio de 2018

Richie Sambora confirma: Alec John Such não toca nos discos do Bon Jovi
sábado, maio 19, 2018


O guitarrista Richie Sambora confirmou o que já se sabia: o baixista Alec John Such, que fez parte do Bon Jovi de 1983 a 1994, não toca em boa parte das gravações da banda. O trabalho era feito por Hugh McDonald, que assumiu a vaga de John Such após sua saída, mas seguiu como integrante não-creditado até 2016, quando virou, oficialmente, membro do grupo.

- Leia análise: Alec John Such não tocou em discos do Bon Jovi pelos quais foi creditado

A informação foi revelada por Richie Sambora em entrevista ao podcast de Mitch Lafon (transcrição via Ultimate Classic Rock). "Ele (Hugh) fez isso na época porque... isso não é um golpe duro em Alec. Você sabe, Alec demora um pouco mais para trazer uma parte ou algo do tipo, enquanto estávamos seguindo bem rapidamente", afirmou.

Sambora descreveu McDonald como "um velho amigo" e "um dos primeiros caras" a ajudá-lo. "Ele tem sido o baixista da banda por todo esse tempo e criou algumas dessas partes. Hugh, definitivamente, ajudou", disse.

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Michael Kiske não gostava muito de 'Walls Of Jericho', o 1° do Helloween
sábado, maio 19, 2018


O vocalista Michael Kiske revelou, em entrevista ao jornalista Masa Itoh, que não gostava muito de "Walls Of Jericho", o primeiro trabalho do Helloween. O registro foi feito com Kai Hansen nos vocais e o músico abandonou o microfone porque não queria continuar cantando, apenas tocando guitarra. Kiske assumiu a vaga e o resto é história - que, aliás, está se repetindo com a turnê de reunião, "Pumpkins United".

- Opinião: Helloween, a banda que não soube ser grande

"Atualmente, eu gosto de algumas músicas do 'Walls Of Jericho'. Quando te vejo fazendo o medley, é legal", disse Michael Kiske a Kai Hansen durante a entrevista. "Mas, naquela época, não era meu tipo de música. Lembro que Markus (Grosskopf, baixista) foi até a sala da minha banda de escola e me deu 'Walls Of Jericho'. E disse: 'o vocalista que temos agora não quer mais cantar, quer tocar guitarra, e queremos que você ouça e talvez junte-se à banda'. Ouvi e não era a minha praia", afirmou.

Em seguida, Kiske destacou por que não gostou de "Walls Of Jericho". "Para mim, soava como uma música só durante o tempo todo. A mesma música, sempre rápida, rápida. Não é muito justo com o disco. Ouço de forma diferente agora. Mas, na época, eu estava gostando de Maiden, Queensrÿche, Black Sabbath, não as coisas rápidas. Então, não era minha praia. Assim que ele (Michael Weikath) me chamou, eu estava na banheira. Minha mãe me chamou e disse: 'aqui está um cara chamado Michael Weikath, de uma banda chamada Helloween", disse.

Após Weikath ter brincado, dizendo que também estava na banheira, Kiske disse que se lembra exatamente do que o guitarrista lhe falou. "Ele disse exatamente isso: 'É, eu sei que 'Walls Of Jericho' é muito agressivo e punk. Queremos ir um pouco além disso e precisamos de alguém como você para isso. Então, por que você não aparece no estúdio de ensaio?'. Lembro disso", afirmou.

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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Décadas depois, Dave Grohl se 'vinga' da 1ª ex-namorada como sonhava
sexta-feira, maio 18, 2018


O frontman do Foo Fighters, Dave Grohl, revelou, em entrevista à revista "GQ", que conseguiu "vingança" de sua primeira ex-namorada. E a situação aconteceu exatamente como ele afirma ter sonhado.

Grohl contou que se apaixonou pela garota, chamada Sandy Moran, quando tinha "11 ou 12 anos de idade". "Eventualmente, ficamos juntos. Eu a chamei para sair, ela aceitou e seguimos firme por quatro dias ou algo assim - ridículo", disse.

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Após esses quatro dias, ela terminou o relacionamento. "Na mesma noite, tive esse sonho: estava tocando em uma arena, cheia de gente, e eu na frente, 'fritando' algum solo de guitarra, com a plateia indo à loucura. Então, olho para baixo e lá está ela, Sandy, na primeira fila, chorando muito. Ela olha e diz: 'Dave, por que terminei com você?'", contou.

Curiosamente, segundo Grohl, o sonho se tornou realidade mais de 30 anos depois. "Engraçado é que isso realmente aconteceu. Fizemos um show em Washington, DC, há alguns anos. Era como uma reunião escolar, com 400 velhos amigos na lista de convidados. Ouvi de alguém que Sandy queria ir. Claro, estou no palco, em minha cidade natal, da mesma forma que meu sonho de 35 anos atrás, detonando em um solo de guitarra e a vejo na primeira fila. A p*rra da Sandy Moran. Ela não está chorando: está apenas olhando para mim, balançando a cabeça tipo: 'seu c*zão'", afirmou.

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