quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Prophets Of Rage lança clipe com crítica a racismo e violência; assista
quarta-feira, outubro 18, 2017


O Prophets Of Rage divulgou um novo videoclipe para a música 'Strength In Numbers'. A faixa faz parte do álbum de estreia do grupo, autointitulado, que foi lançado em setembro deste ano.

O vídeo de 'Strength In Numbers' faz crítica ao racismo e à violência. Cenas rápidas mostram cenas de agressão nos Estados Unidos e jogadores de futebol americano ajoelhados durante o hino nacional, em protesto contra o preconceito.

Assista:

ZZ Top cancela agenda de 2017 após doença de Dusty Hill
quarta-feira, outubro 18, 2017


O ZZ Top cancelou os seus compromissos remanescentes de 2017, relativos à "Tonnage Tour". O motivo é um problema de saúde enfrentado pelo baixista Dusty Hill.

"As próximas datas agendadas da atual turnê do ZZ Top estão temporariamente suspensas e passarão por remarcação imediata. O baixista do ZZ, sr. Dusty Hill, está com uma doença estomacal e e segue uma ordem de descanso para as próximas semanas", diz nota oficial emitida pela banda.

O próximo show do ZZ Top seria nesta quarta-feira (18), no evento South Carolina State Fair, nos Estados Unidos. Curiosamente, a performance que a banda faria no festival em 2014 também foi cancelada graças a Dusty Hill, que, na ocasião, sofreu uma queda dentro do ônibus de turnê e machucou o quadril.

No fim das contas, caso fosse confirmado na mini-tour "Solid Rock", a ser realizada com três datas pelo Brasil em dezembro ao lado de Deep Purple e Lynyrd Skynyrd, o ZZ Top acabaria cancelando de qualquer forma. O trio era especulado para as apresentações em Curitiba, Rio e São Paulo, mas o Tesla entrou no lugar.

Lollapalooza Brasil divulga programação de 2018 separada por dia
quarta-feira, outubro 18, 2017


A organização do festival Lollapalooza Brasil 2018 divulgou, nesta quarta-feira (18), a programação separada por dia de festival. O evento acontece nos dias 23 a 25 de março de 2018, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Com relação aos headliners, o Red Hot Chili Peppers ficou escalado para o primeiro dia, sexta-feira (23/3). O Pearl Jam fecha o segundo dia de apresentações, no sábado (24/3). O The Killers encerra o evento, no domingo (25/3).

Veja a programação completa:

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Glenn Hughes diz que foi 'estranho' cantar no Black Sabbath
terça-feira, outubro 17, 2017


O vocalista e baixista Glenn Hughes relembrou seus tempos de frontman do Black Sabbath em entrevista ao programa 'Collision', da rádio australiana Voice FM (transcrição por Blabbermouth). O músico disse que a experiência, ocorrida entre os anos de 1985 e 1986, foi um pouco "estranha".

"Foi um pouco diferente, porque, em primeiro lugar, algumas músicas não eram feitas para cantar do jeito que canto. Além disso, foi uma grande mudança estar em uma banda com uma enorme base de fãs que gostavam de uma imagem meio, você sabe, obscura", disse o músico.

Hughes disse que Ozzy Osbourne, Geezer Butler, Tony Iommi e Bill Ward são como sua família, pois cresceram juntos, mas "o catálogo deles é muito obscuro e sinistro, embora eles não sejam assim". "Para mim, usar aquele manto e uma adaga, meio misterioso, foi um pouco estranho para mim", afirmou.

- Veja também: A entrevista que fez David Donato ser demitido do Black Sabbath

Embora a passagem pelo Black Sabbath tenha fugido um pouco de suas experiências prévias, Glenn Hughes disse que gostou do álbum "Seventh Star", o único registrado com ele nos vocais. "Eu gostei de fazer 'Seventh Star'. Fiz outro com Tony, 'DEP Sessions', e depois fizemos 'Fused', então, gravei três discos com Tony. Mas foi diferente cantar no Black Sabbath. Não era eu de verdade. Sempre gostei de desafios, mas penso que as vozes de Ozzy e Ronnie Dio eram perfeitas para a banda, apesar de ter me divertido enquanto trabalhava com eles", disse.

Liam Gallagher não curte Queen e odeia som da guitarra de Brian May
terça-feira, outubro 17, 2017


Em entrevista ao baterista Taylor Hawkins (Foo Fighters), para a Magnet Magazine, o vocalista Liam Gallagher revelou não ser um grande fã de Queen. O cantor reconheceu que a banda tem boas músicas, mas fez críticas, em especial, ao som da guitarra de Brian May.

"Se eu gosto de Queen? Uh, na verdade, não. Freddie Mercury tem uma ótima voz e, obviamente, eles têm boas músicas. Mas acho eles meio 'Queen-y'. Eles são uma banda superior e têm boas músicas, mas não sei. A guitarra de Brian May soa como se estivesse enfiada no traseiro dele. Eu o respeito, mas não sei", disse.

Gallagher também foi questionado sobre qual banda americana ele gosta. "Guns N' Roses", ele respondeu. "(O nome) É Creedence Clearwater Revival? Gosto deles. Ele tem uma boa voz, aquele John Fogerty. E, obviamente, Hendrix e tudo o mais", afirmou.

O ex-Oasis também comentou sobre as bandas grunge da década de 1990. "Gostava do Nirvana, curtia algumas músicas. Quem mais estava em alta na época? Eu não era grande fã do Pearl Jam. As coisas grunge eram meio diferentes para mim, sendo honesto com você. Há algumas bandas", disse.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Mais uma vez, Robert Plant descarta reunião do Led Zeppelin
segunda-feira, outubro 16, 2017


O vocalista Robert Plant voltou a negar a possibilidade de uma reunião do Led Zeppelin. O cantor falou sobre o assunto em entrevista ao Daily Telegraph.

Questionado sobre a chance do Led Zeppelin fazer mais shows - o último, comemorativo, ocorreu em 2007 e gerou o CD/DVD 'Celebration Day' -, Robert Plant foi enfático. "Você não pode retroceder. É duro ficar repetindo a si próprio com algo que foi feito um ano atrás, quem dirá 49 anos atrás. Preciso seguir adiante", disse.

Sabe-se que Robert Plant é o único membro vivo do Led Zeppelin a recusar possíveis reuniões. O guitarrista Jimmy Page e o baixista John Paul Jones já mostraram estar de acordo com eventuais shows no futuro, assim como o filho de John Bonham, o também baterista Jason Bonham.

Enquanto o Led Zeppelin não tem a menor chance de reunião, Robert Plant segue em carreira solo. Seu disco de estúdio mais recente, 'Carry Fire', foi divulgado no último dia 13.

DJ mistura rap de Eminem contra Trump com música do Rage Against The Machine
segunda-feira, outubro 16, 2017


O DJ Cummerbund divulgou, em seu canal no YouTube, um mashup de um rap freestyle de Eminem, divulgado em vídeo na cerimônia do BET Hip Hop Awards, com o instrumental de "Bulls On Parade", clássico do Rage Against The Machine. A letra do rapper faz críticas ao presidente americano Donald Trump.

Veja:



Em seu rap, exibido durante o evento realizado em Miami no último dia 6 de outubro, Eminem descreve Donald Trump como incompetente e o classifica como preconceituoso. "Racismo é a única coisa na qual ele é fantástico", diz, em um trecho.

Em outro momento do rap, Eminem cita o potencial de guerra destacado por Trump contra a Coreia do Norte. "Agora nós temos um camicase no cargo, que provavelmente vai provocar um holocausto nuclear", afirma.

O mashup do rap freestyle com o instrumental de uma música do Rage Against The Machine veio a calhar. Integrantes da banda já se posicionaram contra Donald Trump e políticos de viés semelhante ao do atual presidente americano.

Por que Paul McCartney ainda faz shows, mesmo em idade avançada?
segunda-feira, outubro 16, 2017


O jornalista brasileiro Claudio Dirani é autor de duas obras sobre Paul McCartney. Os livros 'Paul McCartney - Todos os Segredos da Carreira Solo' (2005) e 'Masters - Paul McCartney em Discos e Canções' (2017) foram escritos por ele, que é grande conhecedor da trajetória do ex-Beatle.

Em entrevista ao Estadão, Dirani foi questionado sobre o motivo pelo qual Paul McCartney ainda excursiona pelo mundo, mesmo com idade avançada - ele fez 75 anos em 18 de junho de 2017. E a resposta dada pelo jornalista a essa questão vai um pouco além da paixão que Paul McCartney tem pela música.

A primeira justificativa, segundo o jornalista, está no apreço de Paul McCartney pela vida de rockstar. "Paul gosta de ser pop. Foi o último a concordar que a banda deveria parar de fazer shows ao vivo e quem mais resistiu para que o grupo não acabasse. Se pudesse, estaria com os Beatles até hoje", disse.

- Veja também: A saudável lista de exigências de Paul McCartney para shows no Brasil

Claudio Dirani também destacou uma curiosa situação financeira para justificar, em partes, o porquê de Paul McCartney ainda estar na estrada. "Ao mesmo tempo em que gosta de tocar - suas passagens de som têm 1h30 de duração - é bom lembrar que ele sofreu reveses financeiros sérios com a divórcio de Heather Mills, em 2008, um desfalque de £ 30 milhões", afirmou.

A turnê de Paul McCartney pelo Brasil conta com quatro datas. O músico já tocou em Porto Alegre na última sexta-feira (13). A performance em São Paulo rolou no último domingo (15). Ainda há shows a serem realizados em Belo Horizonte e Salvador, na próxima terça (17) e sexta (20), respectivamente.

domingo, 15 de outubro de 2017

Liam Gallagher revela ser 'usuário profissional' de drogas
domingo, outubro 15, 2017


O vocalista Liam Gallagher não é um iniciante nas drogas. Em entrevista à Rolling Stone, o ex-Oasis, atualmente em carreira solo, disse que não é um usuário ocasional.

"Eu estava usando a p*rra da LSD pura, cogumelos mágicos, cocaína, todas as coisas antes de eu sequer chegar a um microfone. Não sou um usuário casual, cara. Não sou Pete Doherty", disse, em menção ao tóxico integrante do Libertines.

Gallagher disse que tem "um pouco de disciplina" no consumo de drogas. "Nunca usei heroína, nunca fiquei demais na cocaína. Não somos como a p*rra da Stevie Nicks", comentou.

O cantor também afirmou que, nos dias de hoje, ele está em busca de diversão, "mas não até às seis da manhã. Uma ressaca atualmente é como ser pego pela p*rra do Talebã. Preciso de três dias para me recuperar no todo. Então, escolho meus dias", disse.

sábado, 14 de outubro de 2017

'Prefiro celebrar a vida de Lemmy do que lamentar a morte', diz Mikkey Dee
sábado, outubro 14, 2017


O baterista Mikkey Dee afirmou ter preferência por celebrar a vida de seu amigo Lemmy Kilmister, parceiro de Motörhead por décadas, do que lamentar a sua morte, ocorrida no fim de 2015. A declaração foi dada em entrevista ao vlog The Blairing Out With Eric Blair Show (transcrição por Blabbermouth).

Questionado sobre como lida com a morte de Lemmy, Mikkey Dee respondeu: "Muitas pessoas consideraram isso um desastre. Eu não. Conhecia Lemmy muito bem e pode soar estranho, mas prefiro celebrar a vida dele do que lamentar a morte. Lemmy era muito satisfeito com sua vida e ele estava para fazer 70 anos. Ele foi feliz. Claro, adoraria tê-lo por perto, mas ele teve uma ótima vida. Um desastre é quando pessoas jovens morrem, ou crianças morrem em acidentes. Lemmy teve ótimos 70 anos, da forma dele, e eu prefiro sorrir quando penso nisso".

- Veja também: Descanse em paz, Lemmy Kilmister

O baterista também citou outros amigos falecidos para reforçar sua opinião. "Fui ao cemitério ontem (com relação ao dia da entrevista) para visitar Lemmy, Ronnie (James Dio) e meu grande amigo Jimmy Bain. Sim, eu celebro a vida deles. O rock and roll foi a vida desses caras e eles eram felizes. Ronnie faleceu um pouco cedo e foi algo mais: 'o que aconteceu?'. Mas Lemmy estava mais preparado. E adoraria tê-lo por perto durante mais 20 anos, como todos gostaríamos, mas ele teve uma boa vida. Quando ele tinha 50 anos, ele me disse: 'se eu morrer amanhã, Mik, eu vivi a vida perfeita'", afirmou.

Perguntado sobre o motivo pelo qual ele acha que Lemmy é tão admirado, Mikkey Dee respondeu: "Eu não acho, eu tenho certeza. Ele era real. Era verdadeiro. Não havia nada falso nele. E ele nunca comprometeu seu modo de vida ou sua visão sobre as coisas. Era do jeito dele, do nosso, ou do Motörhead. Caso contrário, ele não se interessava".