quinta-feira, 20 de julho de 2017

Mais detalhes sobre a morte de Chester Bennington são revelados
quinta-feira, julho 20, 2017


Novos detalhes sobre a morte de Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, foram revelados. O cantor foi encontrado morto nesta quinta-feira (20), aos 41 anos.

O departamento de comunicação dos bombeiros relatam que eles foram chamados por volta das 9h do horário local após um relato de um ataque cardíaco na Via Victoria de Palos Verdes Estates, em Los Angeles. Eles chegaram exatamente às 9h29 e encontraram Chester Bennington já sem vida.

O site TMZ relata que Chester Bennington estava sozinho em casa no momento em que teria se matado. Sua família estava fora da cidade na ocasião. O cantor foi localizado por um funcionário no andar de cima de sua residência. As autoridades vasculharam todos os cômodos e não encontraram nenhuma carta ou texto do tipo.

A morte de Chester Bennington ainda passará por uma investigação policial. Contudo, as informações obtidas até o momento indicam que ele se matou por enforcamento.

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Linkin Park estava em plena atividade e retomaria turnê no dia 27
quinta-feira, julho 20, 2017


A morte de Chester Bennington interrompe - talvez, em definitivo - as atividades do Linkin Park. A banda havia lançado seu sétimo disco de estúdio, "One More Light", em 19 de maio deste ano.

Dias antes, em 13 de maio, o grupo se apresentou no Brasil, no Maximus Festival, realizado em São Paulo (SP). Na ocasião, também tocaram na Argentina, no Peru e no Chile.

Depois da breve passagem pela América do Sul, o Linkin Park fez 17 shows na Europa, entre 9 de junho e 6 de julho. Foi nessa tour, inclusive, que Chester Bennington se irritou com a reação de alguns fãs com relação a "Heavy", single de "One More Light".

- Veja: Chester se irrita com reação de fãs a "Heavy" em show do Linkin Park

O falecimento do cantor ocorreu em meio a uma pequena pausa na turnê. No próximo dia 27 de julho, o Linkin Park voltaria à estrada para uma turnê de 29 datas pela América do Norte, que duraria até outubro. Havia, ainda, três datas marcadas em Chiba, no Japão, para os dias 2, 4 e 5 de novembro.

Os demais integrantes do Linkin Park devem se pronunciar, futuramente, para dizer se a banda continua ou não. Contudo, o grupo deve, mesmo, encerrar suas atividades após o trágico ocorrido.

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Linkin Park lança clipe no mesmo dia da morte de Chester Bennington
quinta-feira, julho 20, 2017


Horas antes da morte de Chester Bennington ter sido anunciada, o Linkin Park divulgou, no YouTube, um novo videoclipe para a música "Talking To Myself". A canção faz parte do disco mais recente do grupo, "One More Light", lançado neste ano.

Assista:




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Encontrado morto, Chester Bennington já foi abusado e lidou com vícios em sua vida
quinta-feira, julho 20, 2017


Encontrado morto nesta quinta-feira (20) conforme reportado pelo site TMZ, o vocalista Chester Bennington, do Linkin Park, lidou com diversos problemas ao longo de sua vida. O cantor revelou, em entrevistas anteriores, que sofreu com o alcoolismo e que foi abusado sexualmente na infância.

À revista Kerrang!, em 2011, Chester Bennington afirmou que foi molestado, aos sete anos, por um amigo mais velho. "Quando eu olho para trás, me lembro quando eu era jovem, quando eu era abusado, quando me lembro de todas essas coisas horríveis que aconteceram comigo, eu tremo", disse.

Sobre o alcoolismo, Chester disse que parou de beber após seis anos de vício. "Eu não bebo mais. Hoje quero ficar sóbrio. Bebi nos últimos seis anos, mas eu não quero ser mais aquela pessoa", afirmou, na época.

O divórcio de sua primeira esposa teria sido o catalisador do vício, segundo Chester. "Vivi sob efeito de álcool. Era cerveja, ou Jack com Coca-Cola, ou Jack em um copo de cerveja com gelo. Chegamos ao ponto onde minha esposa, após sete meses de casamento, disse: 'você pensa que eu não sei, que você bebe por todos esses dias?'. E eu não conseguia entender, dizendo: 'O que você está falando. Está ficando louca?'. As bebidas mais pesadas foram as que mais me destruíram", disse.

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Chester Bennington, do Linkin Park, é encontrado morto, diz site
quinta-feira, julho 20, 2017


O vocalista Chester Bennington foi encontrado morto em uma residência na Califórnia, nesta quinta-feira (20), diz o site TMZ. A publicação afirma ter fontes policiais e garante que se trata de suicídio.

Chester, de 41 anos, teria se enforcado. O corpo do cantor foi encontrado pouco antes das 9h do fuso horário local. Ele era casado e tinha seis filhos.

Sabe-se que Chester Bennington lutou contra o vício em álcool e drogas por anos. O cantor também já foi abusado quando criança e disse, em entrevistas, que já pensou em se matar devido à situação.

'Appetite For Destruction', do Guns N' Roses, quase foi um fiasco
quinta-feira, julho 20, 2017


Lançado em 21 de julho de 1987, "Appetite For Destruction", do Guns N' Roses, é um dos discos mais importantes e bem-sucedidos do rock em geral. O trabalho é uma das referências atemporais do hard rock oitentista e segue, ainda nos dias de hoje, como um dos álbuns mais vendidos da história, bem como o registro de estreia de maior sucesso dos Estados Unidos.

Contudo, "Appetite For Destruction" não obteve a repercussão esperada em seu primeiro ano de lançamento. O álbum demorou a emplacar e, se não fosse por alguns esforços em particular, seria um fiasco de vendas e permaneceria, no máximo, como um clássico cult.



A banda mais perigosa - e autodestrutiva

O Guns N' Roses foi formado em 1985, após uma fusão entre os grupos L.A. Guns e Hollywood Rose. Após alguns ajustes, a formação se consolidou com Axl Rose nos vocais, Slash e Izzy Stradlin nas guitarras, Duff McKagan no baixo e Steven Adler na bateria.

A banda, definitivamente, veio de baixo. Antes de se lançarem à fama, os integrantes do Guns N' Roses viviam sob a tríade "sexo, drogas e rock n' roll". Tiveram problemas financeiros, mergulharam no abuso de ilícitos e vivenciaram a decadência antes mesmo de chegarem a algum lugar.



A situação mudou após a banda ter construído um legado com shows enérgicos no circuito de Los Angeles e, consequentemente, ter chamado a atenção do olheiro Tom Zutaut, da Geffen Records. O EP "Live Like A Suicide" foi divulgado, em 1986, enquanto o grupo se preparava para gravar "Appetite For Destruction".

Desinteresse

Eis que "Appetite..." foi lançado em 21 de julho de 1987. Entretanto, o álbum não despertou o interesse do público. A sonoridade mais crua do Guns N' Roses em tempos de auge da música pop/dance, aliada à imagem ligada de forma intrínseca às drogas e aos abusos em geral fizeram com que a mídia, como um todo, tivesse receio de veicular material do grupo.

Em entrevista ao Uproxx Docs, Tom Zutaut chegou a dizer que havia um "movimento anti-Guns N' Roses". Ele foi desafiado a salvar a banda de um fiasco, visto que a Geffen havia feito um investimento considerável em "Appetite For Destruction".



Zutaut corria contra o tempo, pois a gravadora queria zerar as despesas relacionadas à banda. Os números estavam a favor dos cortes: em fevereiro de 1988, sete meses após o lançamento, "Appetite For Destruction" havia vendido apenas 200 mil discos. Era um fiasco.

Uma virada inesperada

Tom Zutaut precisou falar com David Geffen, dono da gravadora, para pedir ajuda. David ligou para a MTV e pediu para que a emissora veiculasse o clipe de "Welcome To The Jungle".

O problema é que o vídeo seria exibido somente uma vez, às 4h da madrugada, em um domingo. "Foi o melhor que consegui", afirmou David Geffen.



Curiosamente, deu muito certo. "Welcome To The Jungle" chamou a atenção do público, mesmo em um horário pouco favorável. Segundo Tom Zutaut, a emissora recebeu 10 mil ligações simultâneas graças à exibição única de "Welcome To The Jungle", o que fez a aparelhagem da emissora queimar, devido à sobrecarga.

"Acordei com várias ligações perdidas do meu escritório e pensei que queriam me demitir. O cara que mais me ligou era porque queria me promover. Ele disse: a MTV adicionou o vídeo e a porta do switch pegou fogo", afirmou o executivo.



Números que impressionam

A reação nas vendas começou, mesmo, em agosto de 1988. Além do sucesso na MTV, o Guns N' Roses estava fazendo dezenas de shows para promover "Appetite For Destruction". No fim do ano, o álbum já havia conquistado disco de ouro nos Estados Unidos, pelas 500 mil cópias vendidas, além de emplacar em outros países de todo o mundo.

Com o passar dos anos, "Appetite For Destruction" só fez aumentar os números. Estima-se que, atualmente, mais de 30 milhões de cópias do disco tenham sido vendidas em todo o mundo. O trabalho foi certificado 18 vezes disco de platina, devido às 18 milhões de comercializações.



Apesar de ainda permanecer como uma banda de sucesso, o Guns N' Roses nunca conseguiu repetir o que foi feito em "Appetite For Destruction" - até porque foi o único álbum full-length gravado com o quinteto clássico. O baterista Steven Adler foi demitido em 1990, enquanto Izzy Stradlin saiu do grupo no ano seguinte.

Ainda assim, o Guns N Roses permaneceu relevante - mesmo quando o grupo esteve sem Slash e Duff McKagan e foi capitaneado somente por Axl Rose. E parte dessa força que permaneceu com o GN'R foi graças a "Appetite For Destruction".

Nitro pede US$ 135 mil aos fãs, via crowdfunding, para novo disco
quinta-feira, julho 20, 2017


O Nitro lançou uma campanha de crowdfunding para que os fãs financiem o novo disco da banda. Reformado com Victor Wooten no baixo e Chris Adler na bateria - além de Jim Gillette e Michael Angelo Batio -, o grupo quer US$ 135 mil para pagar as gravações do álbum.

Apesar de ser um valor consideravelmente alto, o Nitro detalhou, no site do crowdfunding, todos os gastos. Serão gastos US$ 94,5 mil com o disco, enquanto o restante é destinado a taxas e impostos.

A campanha está disponível neste link (clique aqui).

A banda divulgou um vídeo bem-humorado, onde explica a campanha de financiamento e mostra um pouco da nova formação. Assista:

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Em show do Stone Sour, fãs fazem coro xingando Nickelback
quarta-feira, julho 19, 2017


O Nickelback foi alvo de um coro nada amigável feito por fãs de Stone Sour, durante show da banda capitaneada por Corey Taylor no festival Chicago Open Air, realizado nos Estados Unidos durante o último fim de semana.

Durante uma pequena pausa entre músicas do repertório do Stone Sour, os fãs começaram a gritar "f*ck Nickelback" ("f*da-se o Nickelback"). Corey Taylor, por sua vez, riu da situação e, em seguida, deu início à música "Bother".

Assista:



O coro foi motivado devido à recente discussão via imprensa entre Corey Taylor e Chad Kroeger, líder do Nickelback. Kroeger afirmou que o Stone Sour era como um "Nickelback amaciado" e que o Slipknot era "artificial". Taylor, por sua vez, disse que o canadense era "idiota" e tinha "cara de bunda".

- Nickelback: por que a treta com Corey Taylor é bizarra e juvenil

Flea diz que Red Hot Chili Peppers não vai se aposentar agora
quarta-feira, julho 19, 2017


O baixista Flea negou que o Red Hot Chili Peppers esteja planejando se aposentar.

A afirmação de Flea foi feita em entrevista ao site TMZ. O baixista foi questionado sobre a informação de que o Red Hot Chili Peppers estaria prestes a sair de cena.

"Não estou sabendo sobre isso. É bobagem. Estamos em turnê e deixando a música nos mover. Desde o dia em que iniciamos essa banda, 35 anos, nunca soube o que estava por vir. Vamos focar no momento e na energia que nos faz seguir adiante", afirmou.



Os rumores relacionados à aposentadoria começaram após Chad Smith ter dito, em entrevista a Eddie Trunk, que conversou com Flea sobre quando a vida na estrada chegaria ao fim.

"Estávamos em uma van depois de um show e Flea perguntou: 'em quanto tempo vocês acham que devemos parar com isto? (risos)' Eu disse pra ele 'Não sei! Quero gravar discos, adoro gravar, mas quanto a excursionar... não sei se podemos continuar'. Digo, três de nós temos 54 anos - Anthony, eu e Flea", disse Chad, na ocasião.

'Pull Me Under' é a música mais importante do Dream Theater, diz Petrucci
quarta-feira, julho 19, 2017


'Pull Me Under' é a música mais importante da carreira do Dream Theater. A opinião é do guitarrista John Petrucci, que falou sobre o maior hit da banda em entrevista ao canal virtual alemão Gitarre & Bass (transcrita pelo Blabbermouth).

Durante o bate-papo, John Petrucci disse que o sucesso 'Pull Me Under' foi uma surpresa para todos. A canção chegou ao top 10 das paradas rock da Billboard e impulsionou as vendas do álbum "Images And Words", que conquistou disco de ouro nos Estados Unidos.

"Ela tem oito minutos de duração, não foi feita para ser single. As músicas que tocavam nas rádio não tinham nada a ver com o Dream Theater, mas, por alguma razão, pegou a ponto de pessoas ligarem para as rádios e falarem: 'Qual é essa banda? Oh meu Deus! Quero ouvir essa música de novo'. E isso provocou uma bola de neve e cresceu, e 'Pull Me Under' se tornou um hit de rádios rock", afirmou.

Questionado se 'Pull Me Under' é a música mais importante da carreira do Dream Theater, John Petrucci afirmou que "sim". "No que diz respeito ao futuro, ela nos colocou no mapa. Deixamos de ser os caras locais que excursionavam com uma van, tocando para poucas pessoas, para nos tornarmos uma banda de turnês internacionais, com essa carreira produtiva. Sem essa faísca inicial, talvez não teríamos o sucesso que temos hoje. Ou talvez teríamos. Não sei. Mas, certamente, nos ajudou muito", disse.

'Images And Words'

O guitarrista revelou, ainda, que o sucesso de 'Images And Words' o deixou surpreso. "Não tínhamos ideia que aconteceria o que aconteceu - lançar nossa carreira internacional como banda. Sequer escrevemos músicas que tivessem esse potencial, pois tudo o que tocava nas rádios não soava como Dream Theater, então nem pensávamos que teríamos chances", afirmou.

Petrucci relembrou o que fazia sucesso no período. "As rádios estavam tocando Nirvana e Pearl Jam, além de algumas bandas meio anos 80. Até a banda com a qual o produtor David Prater havia trabalhado logo antes de nós, era o Firehouse, uma grande banda de pop-metal, com baladas. Então, nem pensávamos que teríamos espaço", disse.

Apesar da situação na época, o guitarrista diz que 'Images And Words' acabou se saindo bem. "Temos orgulho disso. Sabíamos que soava bem. Lembro de tocar o disco para alguém e a reação sempre era: 'wow, isso realmente é bom'. Sabíamos que havia algo ali, mas não tínhamos ideia do que nos proporcionaria", afirmou.

Assista à entrevista na íntegra (em inglês e sem legendas):