quarta-feira, 18 de julho de 2018

Pequeno grande Tyketto: passado, presente e futuro em entrevista com Danny Vaughn
quarta-feira, julho 18, 2018


Quantas reencarnações pode ter uma banda de hard rock considerada “pequena” para os altos padrões da indústria musical? No caso do Tyketto, a resposta pode ser: “algumas”  – desde que se tenha a qualidade dos grandes nomes, como é o caso desse grupo, um dos meus favoritos há, pelo menos, uma década.

Formado por Danny Vaughn após sua saída do Waysted, de Pete Way (ex-UFO), ainda nos anos 1980, o Tyketto emergiu no início da década seguinte, com o disco “Don’t Come Easy” (1991), um clássico cult do chamado “hard rock melódico”. A banda perdeu seu baixista, Jimi Kennedy, antes de gravar “Strength In Numbers” (1994) e após o álbum ter sido lançado, foi Vaughn quem abandonou o barco. Foi substituído por Steve Augeri, com quem foi concebido “Shine” (1995). Em 1996, as atividades foram encerradas. Rolaram reuniões em 2004 (temporária) e 2007 (permanente), com a formação original, e um álbum – “Dig In Deep”, de 2012 – foi divulgado, mas Kennedy e o guitarrista Brooke St. James saíram em 2014.

Com tantas mudanças na formação, o ímpeto de Danny Vaughn e o baterista Michael Clayton poderia ter se perdido em algum momento. Felizmente, não foi o que aconteceu: o Tyketto se reformulou com Chris Green na guitarra, Chris Childs (Thunder) no baixo e Ged Rylands nos teclados, com quem já lançaram o disco “Reach” (2016) e o ao vivo “Live From Milan” (2017), que saiu em CD e DVD pela Frontiers Music Srl. E, ao que tudo indica, é só o começo: em entrevista exclusiva, o simpático e solícito Vaughn falou sobre as glórias do passado, a estabilidade do presente e os planos futuros da banda.



“Live From Milan”, lançamento mais recente, chegou a público em outubro de 2017, após ter sido gravado durante um show no Frontiers Music Festival em Milão, Itália, no dia 29 de abril do mesmo ano. Na ocasião, a banda tocou o disco “Don’t Come Easy” na íntegra – só que na ordem inversa, começando com “Sail Away” e terminando com “Forever Young” –, além das canções “Rescue Me”, “Dig In Deep” (esta, apenas no DVD) e Reach”. “Tocamos ao contrário porque se começássemos com ‘Forever Young’, todos iriam embora após isso”, explicou Vaughn, aos risos. “Antes do show em Milão, fizemos turnê pela Europa tocando o disco na íntegra. Os fãs realmente queriam que fizéssemos isso. Obviamente, é o álbum do Tyketto que eles mais gostam. Acho que eles realmente queriam o ‘Don’t Come Easy’ inteiro e tê-lo em DVD, pois já tocamos todas as músicas dele ao longo dos anos, mas nunca no mesmo show”, completou.

Segundo o vocalista, o feedback dos fãs com relação a “Live From Milan” tem sido bastante positivo. “Como todos, eu estava preocupado, porque nem sempre as coisas soam tão bem, mas mesmo com pequenos erros, não nos saímos mal”, disse Danny, que, no fim das contas, não é grande fã de discos ao vivo. “Gosto dos clássicos, do Thin Lizzy, UFO, mas não costumo ouvir muito. Seria diferente se fosse um show que eu tivesse presenciado. Além disso, quando se é de uma banda menor, sem grandes orçamentos, é diferente de quando o Aerosmith, por exemplo, resolve fazer um disco ao vivo e grava todos os shows da turnê para escolher as melhores cópias. Em uma banda a nossa, você grava uma vez e cruza os dedos”, revelou.



As performances de Chris Green, Chris Childs e Ged Rylands também chamam a atenção em “Live From Milan”, já que o material original não foi composto ou gravado por eles. “Sou amigo de Chris Green há  anos e quando o vi tocar pela primeira vez, pensei: ‘preciso ficar de olho nele’. Ele consegue tocar muito rápido, mas também tem bom senso para saber quando não fazer isso. Ged Rylands entrou um pouco antes. Estava na hora de acrescentar teclados a músicas como ‘Burning Down Inside’, que estão na gravação original, mas não nos shows. Tocamos juntos no Rage Of Angels e nas turnês solo e percebi que seria bom tê-lo no Tyketto, pois escolhemos bem com quem trabalhamos – não há dinheiro envolvido de fato, então, é bom que seja divertido. E, tecnicamente, temos dois baixistas agora: Chris Childs, que é um grande amigo com quem trabalhei em várias bandas e é o melhor baixista do Reino Unido, mas às vezes está ocupado com o Thunder, e Greg Smith, que já tocou com Ted Nugent, Ritchie Blackmore e Ted Poley”, afirmou.

Opinião sobre Steve Augeri, a voz do outro ao vivo

Antes de “Live From Milan”, o único disco ao vivo lançado oficialmente pelo Tyketto era “Take Out & Served Up Live”, de 1996. Além de conter demos de diferentes períodos da banda, o álbum contém 8 faixas gravadas ao vivo no período em que Steve Augeri era o vocalista. Durante o bate-papo, Danny Vaughn negou que tivesse sentido a necessidade de ter outro registro ao vivo só para que fosse o primeiro com ele nos vocais e fez elogios a Augeri – que, inclusive, foi recomendado pelo próprio Vaughn após ter saído da banda, em 1995.

“Steve e eu somos velhos amigos. Quando o Tyketto começou, ele tinha uma banda chamada Tall Stories e o primeiro disco deles, de 1991, é um dos melhores daquele estilo de todos os tempos. Gosto mais dele do que do meu próprio disco (risos). Quando falei com Michael que estava saindo, eu o recomendei. Disse que se fosse seguir com o Tyketto, era para chamar Steve Augeri, porque ele é incrível. O disco que eles gravaram, ‘Shine’… todos têm boas performances ali, mas acho que o erro é que tentaram soar diferente e, talvez, poderiam não chamar de Tyketto. Poderiam ter formado uma nova banda ou algo assim. Mas não se pode dizer essas coisas, pois não se sabe o que estavam passando naquela época”, disse Vaughn, que não só é fã das músicas “Jamie” e “High”, como também tocou “Let It Go” em alguns shows recentes do Tyketto.



“Não assista ao show por trás do celular”

Durante a gravação de “Live From Milan”, Danny Vaughn soltou uma declaração que chamou a atenção dos fãs: ele pediu para que as pessoas não assistissem ao show todo por trás da p*rra do celular. Assim como muitos outros artistas, Vaughn não gosta dessa postura de parte do público nas apresentações ao vivo.

“Não me importo das pessoas filmarem, mas se passamos muito tempo atrás das câmeras, não participamos tanto. Para um show de todo tipo, não só de rock, isso indica que você nunca vai se deixar ser levado pelo show. E, para mim, shows são eventos dos quais eu quero me lembrar. Quero me lembrar do que senti quando vi o Iron Maiden, Steve Miller, Stevie Wonder… e é engraçado, as pessoas que filmam esses shows todos assistem aos vídeos depois? Acho que não”, disse, com risos ao fim.

Por que Brooke e Jimi saíram

As saídas do guitarrista Brooke St. James e do baixista Jimi Kennedy pareceram um pouco repentinas para os fãs de Tyketto, já que a reunião da formação original seguia em curso e havia rendido um disco, “Dig In Deep” (2012). E o motivo para St. James e Kennedy terem deixado a banda foi um pouco mais simples do que pode parecer, segundo Danny Vaughn.

“Por razões esmelhantes, Brooke e Jimi apenas não queriam fazer isso mais. Algumas pessoas pensam: ‘como é possível alguém não querer ser um rockstar’, mas, sabe, eles têm família, filhos, trabalhos… você não pode deixar de lado. Se você está no Iron Maiden, a banda é tudo o que você faz, mas se você não está nesse nível, precisa ter outros trabalhos, então, é muito difícil encontrar tempo para turnês. Quando Brooke saiu, ele apenas disse: ‘caras, não está sendo divertido e não é culpa de vocês, sinto falta dos meus filhos’. Michael e eu somos loucos (risos), então, queremos continuar”, afirmou.



Para Danny Vaughn, foi um processo natural dar sequência ao Tyketto com Michael Clayton, já que o vocalista descreve o baterista como “seu melhor amigo”. “Somos como um casal de velhos: nós terminamos as falas um dos outros e sabemos como lidar um com o outro. Michael cuida dos negócios do Tyketto e eu cuido da parte criativa, mas não de forma exclusiva, às vezes trocamos os papéis também”, disse.

As memórias dos tempos de Waysted

O Waysted, formado por Pete Way após ele ter deixado o UFO, foi a primeira grande banda que Danny Vaughn fez parte. Ele entrou em 1985, no lugar de Fin Muir, e gravou o quarto disco do grupo, “Save Your Prayers” (1986). Já em 1987, Vaughn deixou de integrar a formação e partiu em direção ao Tyketto.



As lembranças que Vaughn tem da época do Waysted são boas o bastante para que o Tyketto toque, ocasionalmente, a música “Heaven Tonight” em seus shows. “Quando trabalhei com Pete Way, aprendi muito do que fazer no negócio da música, assim como o que não fazer. Ele é um personagem único, temos sorte de ainda tê-lo conosco. Para mim, claro, foi o primeiro passo e foi importante. Foi a minha primeira grande banda e uma das maiores turnês que fiz, pois abrimos para o Iron Maiden na Europa e na América do Norte, além do Status Quo. Foi quando aprendi a cantar diante de muitas pessoas”, disse.

Os planos futuros do Tyketto

O Tyketto deve trabalhar bastante no futuro próximo, já que há planos traçados e desejos pessoais de Danny Vaughn a serem executados. Um dos projetos já consolidados é o lançamento de um novo DVD ao vivo, mas em formato diferente de “Live From Milan”: as músicas serão tocadas em arranjos diferentes e com instrumentos de orquestra e três cantoras de apoio, além de convidados especiais. Os shows foram gravados nos últimos dias 23 e 24 de junho, em um pequeno teatro no País de Gales. “É o maior projeto que já tentamos fazer. Algumas músicas estarão diferentes, acho que as pessoas vão gostar. E, normalmente, bandas pequenas como nós não têm orçamento para fazer esse tipo de coisa, então, temos muita sorte”, afirmou Vaughn, que revelou, ainda, que a ideia é lançar a gravação em outubro deste ano.

O vocalista também contou que quer gravar um novo disco, já que ficou muito satisfeito com “Reach” – “muitos disseram que é o melhor desde ‘Don’t Come Easy’”, afirmou –, mas que pode ficar para 2019 ou 2020, já que os integrantes precisam se dedicar a outros projetos paralelamente. E, claro, Vaughn destacou que o Tyketto gostaria de voltar ao Brasil. O único show que a banda fez no país até hoje aconteceu em 2008, no festival Hard In Rio, no Rio de Janeiro. “Gostaria de fazer outro show, porque acho que aquele não foi nosso melhor show e acho que também deveríamos passar pelo menos por São Paulo”, afirmou.

E será que, em 2019, o Tyketto vai fazer shows comemorativos pelo 25° aniversário de lançamento de “Strength In Numbers”? “Não sei, talvez façamos”, respondeu Danny Vaughn, após relatar que muitas pessoas pediram por isso nas redes sociais da banda. “Sempre amei esse disco. Quando saiu, gostava mais dele do que de ‘Don’t Come Easy’, porque ‘Don’t Come Easy’ é a estreia perfeita, é aperfeiçoado, as músicas soam parecidas entre elas e estão amarradas. Em ‘Strength In Numbers’, tentamos fazer sons diferentes, fomos de ‘Inherit The Wind’, que é pesada, a ‘Why Do You Cry’, que é blues. Estávamos experimentando e sempre gostei disso”, disse.

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Pearl Jam dá boas-vindas ao balão 'bebê Trump' em Londres
quarta-feira, julho 18, 2018


O Pearl Jam deu suas boas-vindas ao balão 'bebê Trump', que chamou a atenção da população durante protestos realizados em Londres, na Inglaterra, contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O político visitou o país na última semana e, na última terça-feira (17), a banda de Seattle se apresentou em sua capital, Londres.

O balão, que retrata Donald Trump como um 'bebê irritado', foi colocado na área externa da O2 Arena, onde o Pearl Jam se apresentou. Ciente da situação, a banda destacou que a presença inusitada era bem-vinda e convidou seus fãs nos Estados Unidos a se mobilizarem nas eleições de 2018 - que não escolhem um novo presidente, mas, sim, outros representantes.

- Veja: Eddie Vedder canta com vocal de cover brasileiro durante show em SP

"A banda está de volta a Londres para seu último show e têm um visitante #trumpbaby. Se você é dos Estados Unidos e vai ao show, por favor, lembre-se de votar em 2018 e falar com seus representantes. Esse balão é históerico, mas o que está acontecendo com nossa democracia NÃO é engraçado", publicou Jill Vedder, esposa do vocalista Eddie Vedder, em nome da banda.



Como era de se esperar, Eddie Vedder também fez um discurso contra a situação atual dos Estados Unidos durante o show o show em Londres. "Sei que lá em casa tudo parece muito dividido. E parece que ele (Trump) acrescentou essa energia divisiva à forma que nos damos bem em casa. Depois, percebi outro dia enquanto assistia aos protestos na praça que haviam 250 mil pessoas. Ele está juntando as pessoas, na verdade. Você tem 250 mil manifestantes de todas as idades, culturas, orientações sexuais diferentes... talvez ele esteja unindo as pessoas de uma forma que seja necessária no futuro", afirmou.

Assista no vídeo a seguir (em inglês).



O Pearl Jam encerrou, em Londres, sua turnê europeia. Em agosto, a banda começa a excursionar pelos Estados Unidos.

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Os astros de rock mais bem pagos do mundo entre 2017 e 2018, segundo a Forbes
quarta-feira, julho 18, 2018


O tradicional levantamento da revista Forbes com os famosos mais bem pagos do mundo foi divulgado nesta semana. E alguns astros do rock aparecem no top 100 feito pela publicação, que abrange as rendas obtidas entre 2017 e 2018.

O sexto lugar da lista geral é ocupado pelo U2, que faturou US$ 118 milhões (cerca de R$ 455,3 milhões, na cotação atual). A banda, que ficou a frente de nomes como o jogador de futebol Lionel Messi (US$ 111 milhões) e o cantor pop Ed Sheeran (US$ 110 milhões), ganha dinheiro não só com turnês e novos lançamentos, como também com direitos autorais de suas antigas canções e outros projetos.

- Leia: Turnês de Rolling Stones e Eagles estão entre as que mais faturaram em 2018

O Guns N' Roses ocupa o 27° lugar do levantamento geral, com US$ 71 milhões (R$ 273,7 milhões) de faturamento entre 2017 e 2018, muito em virtude da turnê de reunião "Not In This Lifetime... Tour", que trouxe o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan de volta à banda e roda pelo mundo desde 2016. Logo em seguida, com US$ 68 milhões (R$ 262,1 milhões), está Roger Waters, que também excursiona pelo planeta.

Outros nomes ligados ao rock a aparecerem no ranking são The Eagles (41°), Paul McCartney (51°), Foo Fighters (54°), Elton John (57°), Metallica (58°), Billy Joel (65°), Rolling Stones (81°), Bruce Springsteen (86°) e Imagine Dragons (89°).

Veja, abaixo, a lista dos astros de rock mais bem pagos entre 2017 e 2018, segundo a Forbes.

6. U2 - US$ 118 milhões
27. Guns N' Roses - US$ 71 milhões
28. Roger Waters - US$ 68 milhões
41. The Eagles - US$ 56 milhões
51. Paul McCartney - US$ 47,5 milhões
54. Foo Fighters - US$ 47 milhões
57. Elton John - US$ 46 milhões
58. Metallica - US$ 46 milhões
65. Billy Joel - US$ 43,5 milhões
81. Rolling Stones - US$ 39 milhões
86. Bruce Springsteen - US$ 37,5 milhões
89. Imagine Dragons - US$ 36,5 milhões

Confira, a seguir, o top 100 na íntegra.

1. Floyd Mayweather - US$ 285 milhões
2. George Clooney - US$ 239 milhões
3. Kylie Jenner - US$ 166,5 milhões
4. Judy Sheindlin - US$ 147 milhões
5. Dwayne Johnson - US$ 124 milhões
6. U2 - US$ 118 milhões
7. Coldplay - US$ 115,5 milhões
8. Lionel Messi - US$ 111 milhões
9. Ed Sheeran - US$ 110 milhões
10. Cristiano Ronaldo - US$ 108 milhões
11. Bruno Mars - US$ 100 milhões
12. Conor McGregor - US$ 99 milhões
13. Neymar - US$ 90 milhões
14. Howard Stern - US$ 90 milhões
15. Ellen DeGeneres - US$ 87,5 milhões
16. James Patterson - US$ 86 milhões
17. LeBron James - US$ 85,5 milhões
18. Rush Limbaugh - US$ 84,5 milhões
19. Katy Perry - US$ 83 milhões
20. Robert Downey Jr. - US$ 81 milhões
21. Taylor Swift - US$ 80 milhões
22. Dr. Phil McGraw - US$ 77,5 milhões
23. Roger Federer - US$ 77,2 milhões
24. Stephen Curry - US$ 76,9 milhões
25. Jay-Z US$ 76.5 milhões
26. Ryan Seacrest - US$ 74 milhões
27. Guns N' Roses - US$ 71 milhões
28. Roger Waters - US$ 68 milhões
29. Matt Ryan - US$ 67,3 milhões
30. Kim Kardashian West - US$ 67 milhões
31. Chris Hemsworth - US$ 64,5 milhões
32. Sean Combs - US$ 64 milhões
33. David Copperfield - US$ 62 milhões
34. Gordon Ramsay - US$ 62 milhões
35. Beyoncé Knowles - US$ 60 milhões
36. Matthew Stafford - US$ 59,5 milhões
37. Kendrick Lamar - US$ 58 milhões
38. Jerry Seinfeld - US$ 57,5 milhões
39. Kevin Hart - US$ 57 milhões
40. The Weeknd - US$ 57 milhões
41. The Eagles - US$ 56 milhões
42. J.K. Rowling - US$ 54 milhões
43. Kevin Durant - US$ 53,7 milhões
44. Depeche Mode - US$53 milhões
45. Luke Bryan - US$ 52 milhões
46. Pink - US$ 52 milhões
47. Jimmy Buffett - US$ 51 milhões
48. Lewis Hamilton - US$ 51 milhões
49. Lady Gaga - US$ 50 milhões
50. Calvin Harris - US$ 48 milhões
51. Paul McCartney - US$ 47,5 milhões
52. Russell Westbrook - US$ 47,5 milhões
53. Drake - US$ 47 milhões
54. Foo Fighters - US$ 47 milhões
55. Jennifer Lopez - US$ 47 milhões
56. James Harden - US$ 46,4 milhões
57. Elton John - US$ 46 milhões
58. Metallica - US$ 46 milhões
59. Garth Brooks - US$ 45,5 milhões
60. Jackie Chan - US$ 45,5 milhões
61. The Chainsmokers - US$ 45,5 milhões
62. Canelo Alvarez - US$ 44,5 milhões
63. Steve Harvey - US$ 44 milhões
64. Simon Cowell - US$ 43,5 milhões
65. Billy Joel - US$ 43,5 milhões
66. Tiger Woods - US$ 43,3 milhões
67. Drew Brees - US$ 42,9 milhões
68. Sofía Vergara - US$ 42,5 milhões
69. Sebastian Vettel - US$ 42,3 milhões
70. Derek Carr - US$ 42,1 milhões
71. Will Smith - US$ 42 milhões
72. Rafael Nadal - US$ 41,4 milhões
73. Alex Smith - US$ 41,4 milhões
74. Phil Mickelson - US$ 41,3 milhões
75. Jordan Spieth - US$ 41,2 milhões
76. Scarlett Johansson - US$ 40,5 milhões
77. Akshay Kumar - US$ 40,5 milhões
78. Adam Sandler - US$ 39,5 milhões
79. Damian Lillard - US$ 39,2 milhões
80. Anthony Joshua - US$ 39 milhões
81. Rolling Stones - US$ 39 milhões
82. Salman Khan - US$ 37,7 milhões
83. Rory McIlroy - US$ 37,7 milhões
84. Kris Jenner - US$ 37,5 milhões
85. Rihanna - US$ 37,5 milhões
86. Bruce Springsteen - US$ 37,5 milhões
87. Kenny Chesney - US$ 37 milhões
88. Trumaine Johnson - US$ 37 milhões
89. Imagine Dragons - US$ 36,5 milhões
90. Jimmy Garoppolo - US$ 36,2 milhões
91. Kyrie Irving - US$ 36,1 milhões
92. Sean Hannity - US$ 36 milhões
93. Giannis Antetokounmpo - US$ 35,5 milhões
94. J. Cole - US$ 35,5 milhões
95. Blake Griffin - US$ 35,5 milhões
96. Ryan Tannehill - US$ 35,2 milhões
97. Von Miller - US$ 35,1 milhões
98. Dave Chappelle - US$ 35 milhões
99. Dr. Dre - US$ 35 milhões
100. Nas - US$ 35 milhões

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'Pena que tenha acabado assim', diz Vivian Campbell sobre relação com Dio
quarta-feira, julho 18, 2018


O guitarrista Vivian Campbell falou, em entrevista ao podcast "Music Mania" (transcrição via Blabbermouth), sobre a sua complicada relação com o falecido vocalista Ronnie James Dio, com quem tocou na banda Dio durante a década de 1980 - depois disso, ambos trocaram farpas pela imprensa. Atualmente, Campbell conduz o Last In Line, grupo que foi formado como uma espécie de homenagem a Ronnie.

Durante o bate-papo, Vivian Campbell concordou que o Last In Line lhe deu a oportunidade de "fazer as pazes" com Ronnie James Dio. "É muito catártico poder fazer isso. Se Ronnie estivesse vivo, ele aprovaria. Aliás, se Ronnie estivesse vivo, eu nunca faria isso. Se existisse uma versão do Dio tocando por aí, eu nunca juntaria o Last In Line", disse, inicialmente.

- Leia: "Dio aprovaria o Last In Line", diz Vivian Campbell

Para o guitarrista, o falecimento de Ronnie lhe deu a chance de reavaliar a situação. "É uma pena que as coisas tenham acabado dessa forma com Ronnie. Conhecendo Ronnie da forma que conhecia, estou certo de que se nos encontrássemos na ocasião correta, sem outras pessoas entre nós, teríamos tomado uma cerveja e remediado a situação. Nunca aconteceu. Nós dois cometemos o erro de criticar um ao outro pela imprensa, o que nunca é uma boa ideia, mas você é 'sugado' a essas coisas", afirmou.

Vivian destacou que sua relação com Ronnie sempre foi "complicada, mesmo na melhor época". "Uma coisa que me incomodou ao longo dos anos é que todos pensam que eu saí do Dio, que virei as costas. Eu realmente virei as costas, mas só depois que fui demitido. Dei muito àquela banda nos primeiros discos e para Ronnie. Tudo o que queria era receber pelo menos mais do que a equipe de roadies", disse, aos risos.

Campbell explicou que ter sido demitido no meio de uma turnê o deixou chateado por muitos anos. "Somente após Ronnie ter falecido, depois de muitos anos, e talvez pelo meu diagnóstico de câncer é que reavaliei muitas coisas na minha vida. Pude voltar e perceber que apesar da decepção, ainda era a minha herança. Ainda sou o criador daquelas músicas e discos com Ronnie, Jimmy (Bain, baixista) e Vinny (Appice, baterista). A gente se entregou de corpo e alma. É minha herança, assim como de Jimmy Bain, Vinny Appice e Ronnie", afirmou.

A desavença entre Ronnie James Dio e Vinny Appice estampou manchetes na imprensa por décadas. O auge foi em 2007, quando Ronnie disse, em um vídeo, que Vivian era um "babaca" e um "pedaço de m*rda". Campbell, por sua vez, dizia que Dio era "uma das pessoas mais repugnantes da indústria musical". Em 2011, já após a morte do vocalista, a viúva e empresária do cantor, Wendy Dio, disse em entrevista à revista "Roadie Crew" que foi ela a responsável pela demissão do guitarrista. "Ronnie não o demitiu. Fui eu. Ele queria tanto dinheiro quanto Ronnie. Ele achou que era tão importante quanto Ronnie e isso estava errado. Porém, não quero entrar nisso, são águas passadas, não importa", disse, na ocasião.

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Chad Smith, do Red Hot, toca música do The Faces com o Foo Fighters; veja vídeo
terça-feira, julho 17, 2018


O baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers, Chickenfoot) fez uma participação especial durante um show do Foo Fighters em Nova Iorque, Estados Unidos, no último sábado (14).

- Leia: Os fãs de Foo Fighters estão preocupados com a voz de Dave Grohl

A performance conjunta foi da música "Stay With Me", clássico do The Faces, banda da década de 1970 que contou com Rod Stewart nos vocais e Ronnie Wood na guitarra. Para a canção, o baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, assumiu os vocais.

Assista a um vídeo da performance no player a seguir.



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Dokken analisa proposta para outro show com formação clássica
terça-feira, julho 17, 2018


O Dokken está analisando uma proposta para mais um show com sua formação clássica, formada por Don Dokken (vocal), George Lynch (guitarra), Jeff Pilson (baixo) e "Wild" Mick Brown (bateria). A informação foi revelada por Don, em entrevista ao jornalista Eddie Trunk, da SiriusXM.

"Temos uma oferta na mesa para setembro. Mick e eu falamos sobre isso ontem, ainda não decidimos, porque precisamos pensar. Tenho que proteger a franquia, com Mick Brown, Don Dokken, Jon Levin - nosso guitarrista há 20 anos - e Chris McCarvill - baixista na banda há muito tempo. E George tem o Lynch Mob. No entanto, você sabe quando esses 'potes de mel' aparecem e dizem: 'você se importaria se George tocasse e nós pagássemos uma quantia insana de dinheiro?'", afirmou o vocalista.

- Dokken lança 1ª música com formação clássica em duas décadas; veja clipe

No ano passado, a formação original do Dokken se reuniu para alguns shows no Japão, além de uma apresentação nos Estados Unidos. O convite para setembro deste ano é, novamente, para os EUA: um grande festival em um cassino em Minneapolis. "Ainda não falei com Jon sobre isso. Tenho que manter meu respeito por Jon Levin, não quero atropelar Jon porque ele é meu irmão, um dos meus melhores amigos. Eles fizeram uma oferta e eu disse: 'eu toco com George, sem problemas, mas tem que ter George e Jon, somos o Dokken'. [...] Se você estiver me ouvindo, George, não estou folgando em você, mas você precisa se lembrar deles", disse.

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Ritchie Blackmore vê volta do Rainbow mais como nostalgia, diz Candice Night
terça-feira, julho 17, 2018


O guitarrista Ritchie Blackmore enxerga o Rainbow, banda que retomou suas atividades desde 2016 para alguns shows, como um "projeto de nostalgia". A afirmação é de Candice Night, esposa de Blackmore e backing vocal da banda - além de cantora do duo Blackmore's Night -, em entrevista ao Metal Rules.

Durante o bate-papo, Candice Night foi questionada sobre a diferença entre trabalhar com o Blackmore's Night e o Rainbow. "Com o Blackmore's Night, temos que saber mais de 60 músicas. Ritchie e eu sabemos até mais. A forma é muito livre, já que aceitamos pedidos da plateia e temos repertórios diferentes para cada noite. Ritchie toca seus solos de improviso [...], é mais libertador criativamente tocar o que quer, quando quer", disse, inicialmente.

A opinião de Ritchie Blackmore sobre Yngwie Malmsteen

"Com o Rainbow, acho que ele vê isso mais como um projeto de nostalgia que ele pode revisitar. Ele tem grande respeito pelas bandas daqueles tempos, mas ele percebe que os fãs querem ouvir certas músicas daquela era. [...] Nossos colegas de banda são de todas as partes do mundo, então, não podemos apenas nos juntar e tocar. Há uma agenda, pessoas viajando. Eles estão sendo muito prestativos e têm grande energia. Estou muito animada e amo cada momento no palco com eles. É totalmente diferente do Blackmore's Night, mas é igualmente gratificante", completou.

O Rainbow foi reformado por Ritchie Blackmore em 2016 e conta com Ronnie Romero nos vocais, Jens Johansson (Stratovarius) no teclado, David Keith (Blackmore's Night) na bateria, Bob Nouveau (ex-Blackmore's Night) no baixo e Lady Lynn, juntamente de Candice Night, nos backing vocals.

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Fox divulga novo trailer de 'Bohemian Rhapsody', filme sobre o Queen; assista
terça-feira, julho 17, 2018


A Fox Film divulgou o segundo trailer oficial de 'Bohemian Rhapsody', cinebiografia sobre o Queen com foco no vocalista Freddie Mercury.

- Leia: A intensa preparação de Rami Malek para viver Freddie Mercury no cinema

O novo trailer retrata a trajetória de Freddie Mercury (interpretado por Rami Malek) à fama e como a sua vida ficou após sua consagração. Assista:



Além de Rami Malek, 'Bohemian Rhapsody' conta com as atuações de Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor). Os próprios Brian May e Roger Taylor trabalham como produtores executivos do filme. A estreia está marcada para 2 de novembro nos Estados Unidos, ainda sem data estabelecida para o Brasil.

- Leia: Quando o Queen abdicou dos Estados Unidos após ser deixado de lado

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Resta pouco material inédito do Pink Floyd a ser lançado, diz Nick Mason
terça-feira, julho 17, 2018


O baterista Nick Mason revelou, em entrevista à Rolling Stone, que falta pouco material inédito da trajetória do Pink Floyd a ser divulgado para o público. O músico afirmou, por exemplo, não ter registro de gravações ao vivo da turnê do "Animals" (1977) para incluir ao relançamento remasterizado do álbum.

Muitas faixas raras do Pink Floyd já foram lançadas em "The Early Years 1965-1972", que chegou a público em 2016. Por isso, não restou muito material inédito no arquivo da banda.

Questionado se ainda resta material inédito a ser lançado futuramente, Nick Mason respondeu: "Não que eu saiba. A única coisa que ainda faremos, provavelmente, é o relançamento de 'Animals' com nova remasterização".

- Leia: 'Não vejo David Gilmour e Roger Waters tocando juntos', diz Nick Mason

Em seguida, ao ser questionado se há gravações de shows da turnê do "Animals", Nick Mason respondeu de forma semelhante à pergunta anterior. "Não que possamos nos lembrar (risos), mas vamos continuar procurando", disse.

Anteriormente, o baixista e vocalista Roger Waters havia confirmado o relançamento de "Animals", com som em 5.1 surround e fotos inéditas da Usina Termelétrica de Battersea, que ilustra a capa do disco.

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Clipe de 'November Rain' é o único do século 20 a ter 1 bilhão de views no YouTube
terça-feira, julho 17, 2018


No último fim de semana, o clipe de 'November Rain', do Guns N' Roses, atingiu um bilhão de visualizações no YouTube. O vídeo em questão não foi apenas o primeiro de rock a conquistar tal marca, como também é, até agora, o único videoclipe do século 20 (e até do início do século 21) a atingir esse número na plataforma.

De acordo com o site da revista Forbes, o clipe de "November Rain" registrou cerca de 560 mil visualizações diárias ao longo do ano de 2017, com pico de views em novembro - obviamente, pelo título sugestivo da música, que menciona o mês em questão.



Ainda segundo a Forbes, o Guns N' Roses também detém a marca de clipe com maior número de visualizações da década de 1980 na plataforma, graças aos 694 milhões de views de "Sweet Child O'Mine". Entre as produções da década de 1990, os vídeos de "Smells Like Teen Spirit" (Nirvana) e "Zombie" (Cranberries) estão relativamente próximos de chegar ao primeiro bilhão, com 739 e 727 milhões de visualizações, respectivamente.

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O clipe mais visto do YouTube é "Despacito", de Luis Fonsi e Daddy Yankee, que acumula mais de 5 bilhões de visualizações. Vídeos de Sia, Bruno Mars, Taylor Swift, Enrique Iglesias, Adele, Wiz Khalifa, Katy Perry, Justin Bieber e OneRepublic já passaram do primeiro bilhão na plataforma.

Um dos videoclipes mais caros de todos os tempos - com orçamento de US$ 1 milhão -, o vídeo de 'November Rain' tem direção de Andy Morahan e mostra Axl Rose se casando com sua então namorada, Stephanie Seymour. Há, também, cenas da banda tocando em um teatro.

- Leia: Slash revela não entender clipe de 'November Rain'

A história retratada no vídeo está conectada a uma trilogia, que também envolve os clipes de 'Don't Cry' e 'Estranged'.

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