Grana e mística, sem singles e TV: o legado de Peter Grant com o Led Zeppelin


Em recente entrevista ao site Real Clear Life, o biógrafo Mark Blake falou sobre o trabalho do empresário Peter Grant, falecido em 1995, com o Led Zeppelin. Blake lançou um livro sobre o manager, intitulado "Bring It On Home: Peter Grant, Led Zeppelin, and Beyond - The Story of Rock’s Greatest Manager", que está disponível apenas no mercado internacional.

Perguntado sobre qual foi a principal conquista de Peter Grant enquanto gestor do Led Zeppelin, Mark Blake apontou dois pontos importantes: "Fazer com que eles ganhassem todo aquele dinheiro - e fazer com que eles fossem pagos. E ajudá-los a manter uma mística. Ele era muito bom em mantê-los longe da mídia", disse.

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Em seguida, algumas estratégias foram explicitadas por Mark Blake. "A ideia de não aparecer na TV e não lançar singles era inédita até então. Foi algo muito ousado. Ao fazer isso, ele manteve uma aura em torno da banda e foi por isso que eles venderam tantos ingressos e álbuns. Não havia outra maneira de vê-los ou ouvi-los", afirmou.

Para Blake, Peter Grant "mudou a maneira de se conduzir o negócio da música". "O legado de suas conquistas segue nos dias de hoje", pontuou.

Poucas músicas do Led Zeppelin foram lançadas como single no Reino Unido - entre elas, "Immigrant Song". Canções como "Good Times Bad Times", "Whole Lotta Love" e "Black Dog" não chegaram como compactos únicos à terra natal da banda, embora tenham sido divulgadas no formato nos demais países - especialmente os Estados Unidos.
Grana e mística, sem singles e TV: o legado de Peter Grant com o Led Zeppelin Grana e mística, sem singles e TV: o legado de Peter Grant com o Led Zeppelin Reviewed by Igor Miranda on sexta-feira, janeiro 18, 2019 Rating: 5

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